Este é um espaço mantido pelo Centro Espírita Caminho da Paz dedicado para a divulgação do Espiritismo. O CECAPAZ se localiza na cidade de São João del Rei e vem realizando um trabalho há 23 anos de divulgação e trabalho dentro dos preceitos da Doutrina Espírita. Seja bem-vindo!
Em destaque:
Evangelização Infantil - Toda Segunda-feira às 19h30m.
A Juventude Espírita Maria de Nazaré - Todo sábado de 17h às 18h30m.
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
A Lembrança de Encarnações Passadas
O esquecimento de encarnações
anteriores é, indiscutivelmente, uma benção para o Espírito imortal, tanto no
que se refere à melhoria das relações interpessoais previamente estabelecidas
como no que se refere ao desenvolvimento de novas aptidões intelecto-morais.
Com o esquecimento do passado o Espírito é mais livre para recomeçar, sem
perder as conquistas efetuadas previamente, pois somos sempre herdeiros de nós
mesmos.
Entretanto,
ainda assim, alguns fatores podem favorecer uma maior contundência das marcas
do passado na vida presente, chegando, em muitos casos, a ocorrer lembranças
concretas de eventos vividos em existências passadas. Os principais fatores
são: a predisposição anímico-mediúnica às lembranças de vidas passadas; o
pequeno intervalo de tempo entre as encarnações (tempo de intermissão); a experiência
traumática vivenciada no pretérito; o favorecimento inerente ao período
infantil da nova encarnação, no qual a influência da matéria é menos drástica
sobre o “binômio Espírito-perispírito”, quando comparada à influência que
normalmente atinge jovens e adultos.
Quanto
mais fatores estiverem associados, maior será a predisposição à ocorrência de
lembranças espontâneas e/ou lembranças induzidas, tais como aquelas que ocorrem
na psicoterapia conhecida como “Terapia de Vidas Passadas” (TVP). De qualquer
maneira, apesar que chegar às mesmas conclusões relacionadas à pré-existência
da alma, vale frisar que a TVP não é uma técnica espírita e jamais deverá ser
empregada na Casa Espírita.
Leonardo Marmo Moreira
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Os médiuns e o os “não-médiuns”
Yvonne
Pereira, em seu livro “Um Caso de Reencarnação – Eu e Roberto de Canallejas”,
afirma que a partir de seus 4 anos de idade via quase que diariamente o
Espírito de Roberto de Canallejas. Divaldo P. Franco afirma, com relação à sua
mentora espiritual Joanna de Ângelis, que “de fato, é uma querida a quem eu
vejo quase todos os dias”. Vale ressaltar que, sobretudo no caso de Divaldo,
não era apenas vidência, mas vidência acompanhada de audiência, repercutindo em
verdadeiros diálogos com a protetora espiritual.
Dentro
deste contexto, devemos admitir que tal nível de intensidade mediúnica é muito
raro. De fato, mesmo conscientes de que muitos indivíduos apresentam uma
sensibilidade mediúnica significativa, bem superior à média da população, temos
que convir que, em sua maioria, os médiuns de nossas casas espíritas não
apresentam tamanhas possibilidades mediúnicas. Ainda nessa linha de raciocínio,
reconhecemos que a grande número de indivíduos, incluindo os trabalhadores
espíritas, não apresentam nem mesmo essa mediúnica significativa. Isso nos leva
a concluir que, se “o telefone toca de lá para cá”, como nos ensina Chico
Xavier, não devemos “forçar” o fenômeno, quando ele não ocorra espontaneamente.
Forçar o reconhecimento da mediunidade em indivíduos que somente apresentem a
sensibilidade basal, que todos os indivíduos possuem, dependendo da situação,
poderá acarretar em um processo de fomento de manifestações anímicas e, o que é
pior, mistificadas e mistificadoras.
A
hipervalorização da sensibilidade mediúnica basal como fonte de informações
diretas do mundo espiritual não gerará produtos de qualidade e retirará das
manifestações qualquer sustentação científica, o que é fundamental em matéria
de Espiritismo.
Obviamente, os
chamados “exercícios mediúnicos” são válidos para o aprendizado doutrinário de
médiuns e não médiuns. Entretanto, considerar “exercícios mediúnicos”, em
médiuns iniciantes, com pouca intensidade mediúnica, fonte de informações
doutrinárias diretas, sem uma maior avaliação e critério é uma temeridade para
o movimento espírita. O rigor na análise do conteúdo da mensagem é fundamental
para a nossa segurança doutrinária, e, por consequência, mediúnica.
Leonardo Marmo Moreira
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
A Evolução da Química e a Evolução do Espiritismo
Na
transição do século XIX para o século XX, a existência do átomo ainda não havia
sido comprovada definitivamente (apesar dos modelos atômicos de Dalton e
Thomson já serem referências acadêmicas, somente com o trabalho sobre o
movimento browniano de Einstein a questão foi definitivamente elucidada).
Na
transição do século XIX para o século XX as tabelas periódicas ainda tinham na
massa atômica a sua principal referência para classificação periódica, ou seja,
o número atômico (número de prótons) não era considerado ainda a principal
propriedade periódica e as tabelas ainda não eram dispostas em ordem de número
atômico.
Na
transição do século XIX para o século XX, o conceito de ligação química ainda
estava em níveis extremamente limitados frente ao que se sabe hoje. De fato,
nem a mecânica quântica e muito menos os trabalhos de Lewis, Linus Pauling e de
Robert Mülliken estavam próximos de serem elaborados.
Na
transição do século XIX para o século XX, a separação e o desenvolvimento da
Bioquímica, como subárea interagente, porém independente, da Química Orgânica
ainda dava seus primeiros passos.
Na
transição do século XIX para o século XX, a chamada Química analítica
instrumental praticamente inexistia, estando, a Química Analítica, limitada aos
chamados métodos clássicos.
Na
transição do século XIX para o século XX, ciências com fortes correlações com a
Química, como é o caso da Física, ainda estavam longe de muitos conceitos
ensinados em livros textos de graduação nos dias atuais.
Na
transição do século XIX para o século XX, relevantes e amplas aplicações da
Química em Biologia, Farmacologia, Química Farmacêutica e Medicina ainda
estavam em seus primórdios, muito longe de conceitos estudados por alunos de
graduação de diversos cursos superiores atualmente.
Muitas
dessas áreas e subáreas tiveram diversos paradigmas questionados e derrubados
desde então, implicando em uma realidade significativamente distinta para os
estudiosos dos dias atuais. Entretanto, as bases da Doutrina Espírita,
estabelecidas pelo Codificador Allan Kardec, apesar de amplamente combatidas
por adeptos de outras religiões e por cientistas materialistas, permanecem
sólidas, válidas, e com cada vez maior volume de evidências e provas
científicas.
Dentro
deste contexto, devemos compreender que se pouco mais de cem anos foram
suficientes para gerar tamanho avanço conceitual na ciência que estuda a
matéria, devemos aguardar com otimismo os anos vindouros, pois diversos setores
científicos e religiosos lenta e gradualmente começam a estudar de forma
“oficial” os postulados espíritas e paulatinamente chegarão às mesmas
conclusões kardequianas, mesmo que utilizem de uma termologia diferente daquela
empregada pelo ilustre Codificador do Espiritismo.
A
nós, espíritas, cabe a tarefa de cumprir com o nosso serviço de divulgação, com
qualidade, dos postulados espíritas através de todos os meios dignos a nosso
alcance, incluindo a nossa transformação moral. Dessa forma, estaremos
contribuindo para o advento da nova era, desde já, através de nossa dedicação
sincera à revivescência do Evangelho na Terra.
Leonardo Marmo Moreira
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Nem todos são médiuns: O Exemplo da vivência de Léon Denis
Ao identificarmos um indivíduo como médium, estamos afirmando que se
trata de um ser humano caracterizado por muitos como um “paranormal”. Isso
porque seu nível de percepção extra-sensorial é bem superior ao nível da
maioria dos indivíduos de nossa sociedade, os quais seriam os ditos “normais”
(daí paranormalidade ou parapsiquismo).
A
conscientização em relação a essa realidade é fundamental para que atenuamos um
equívoco em termos de interpretação dos postulados kardequianos, que ocorre em
nosso movimento espírita em relação à identificação dos “médiuns de ação”. De
fato, sob certo aspecto básico (uma telepatia mínima), todos têm algum nível de
percepção mediúnica, por menor que seja, pois isso é uma característica
inerente ao Espírito. Entretanto, partindo-se dessa premissa, muitos têm
esperado a ocorrência de fenômenos paranormais ostensivos por meio de qualquer
criatura que se disponha a frequentar determinadas reuniões.
A proposta
kardequiana em relação à definição de médiuns assim como ao trabalho dos mesmos
nas casas espíritas têm sido deturpada em muitos setores de nosso movimento,
pois com base nessa frase solta, totalmente fora de contexto, “todos são
médiuns”, muitos confrades pretendem obter psicografias, psicofonias e
vidências de indivíduos que não possuem intensidade mediúnica suficiente para
isso. Portanto, essa premissa errônea torna-se altamente perigosa, pois
dependendo do nível de discernimento doutrinário do pressuposto “grupo
mediúnico”, pode dar margem a vários tipos de processo anímico e, o que é ainda
pior, até mesmo mistificações inconscientes propriamente ditas.
Uma semente
de uma grande árvore pode ser considerada potencialmente uma árvore, isto é, uma
“árvore em potencial”, mas, no momento presente, ainda não é esta árvore e não
apresenta várias características que tipificam a árvore. O mesmo vale para os
“médiuns em potência” em relação aos verdadeiros “médiuns ostensivos”.
O grande
“Apóstolo do Espíritismo”, Léon Denis, por exemplo, conta um pouco da sua
experiência inicial desanimadora com reuniões mediúnicas:
“Como tantos outros – disse ele -, procurava
provas, fatos precisos, de modo a apoiar minha fé, mas esses fatos demoraram
muito a vir. A princípio insignificantes, contraditórios, mesclados de fraudes
e mistificações, que não me satisfizeram, absolutamente, a ponto de, por vezes,
pensar em não mais prosseguir em minhas investigações, mas, sustentado, como
estava, por uma teoria sólida e de princípios elevados, não desanimei.
“Parece-me que o Invisível deseja experimentar-nos,
afirmou Denis, medir nosso grau de perseverança, exigir uma certa maturidade de
espírito antes de entregar-nos a seus segredos.”
Se tais
dificuldades ocorreram com o próprio Léon Denis, que obviamente tinha uma
missão altamente relevante e decisiva para os rumos de Espiritismo na Terra,
certamente também (e com mais razão) poderão acontecer conosco as mesmas
dificuldades na área da experimentação mediúnica. Um dos fatores que gera esse
tipo de dificuldade é a dificuldade de se encontrar um bom número de
indivíduos, para cada casa espírita, que, além de serem realmente médiuns
ostensivos, são Espíritas conscientes e dedicados, comprometidos com a tarefa
espiritual.
Leonardo Marmo Moreira
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
02/12 - Frase do dia
O tempo é o rio da vida cujas águas nos devolvem o que lhes atiramos.
Da obra Falando à terra
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
29/11 - Frase do dia
O
mundo está repleto de ouro.Ouro no solo. Ouro no mar. Ouro nos cofres. Mas o
ouro não resolve o problema da miséria.
Da obra O Espírito da Verdade
Pelo espírito Bezerra de Menezes. Francisco C. Xavier
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
JESUS E KARDEC NA OPINIÃO DE EMMANUEL: COMPREENDENDO O VERDADEIRO ESPÍRITA
Após
recomendar a Chico Xavier por três vezes a disciplina, como virtude fundamental
para o trabalho mediúnico com Jesus, no mesmo diálogo, o benfeitor espiritual
Emmanuel forneceu uma segunda diretriz muito importante para Francisco C.
Xavier. Vejamos a segunda orientação de Emmanuel, o mentor espiritual do Chico
Xavier, que aconteceu quando esse Guia Espiritual apareceu a Chico Xavier em
1931. Isso ocorreu quando o querido médium de Pedro Leopoldo-MG, no início de
sua tarefa mediúnica, descansava aos fundos da fábrica de tecidos em que
trabalhava, perto de um canal de água, que era um local muito bonito e calmo,
no qual Chico aproveitava para orar e meditar:
"Lembro-me de que em um dos primeiros contatos comigo, ele me preveniu que pretendia trabalhar ao meu lado, por tempo longo, mas que eu deveria, acima de tudo, procurar os ensinamentos de Jesus e as lições de Allan Kardec e disse mais, que, se um dia, ele, Emmanuel, algo me aconselhasse que não estivesse de acordo com as palavras de Jesus e de Kardec, que eu devia permanecer com Jesus e Kardec, procurando esquecê-lo.” – Chico Xavier.
"Lembro-me de que em um dos primeiros contatos comigo, ele me preveniu que pretendia trabalhar ao meu lado, por tempo longo, mas que eu deveria, acima de tudo, procurar os ensinamentos de Jesus e as lições de Allan Kardec e disse mais, que, se um dia, ele, Emmanuel, algo me aconselhasse que não estivesse de acordo com as palavras de Jesus e de Kardec, que eu devia permanecer com Jesus e Kardec, procurando esquecê-lo.” – Chico Xavier.
Segundo
Allan Kardec estabelece em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, “reconhece-se o
verdadeiro espírita, pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para
domar suas más inclinações”. Para um entendimento do que seria essa
transformação moral e no que consistiriam os respectivos esforços e, principalmente,
a quem Allan Kardec chamava de “Espíritas” (dentre os quais seriam selecionados
os verdadeiros!), vale reler um dos capítulos da primeira parte de “O Livro dos
Médiuns” em que o Codificador classifica vários tipos de Espíritas. É
relevante, igualmente, notar que Kardec cunhou os termos “Espiritismo”,
“Espírita” e “Espiritista” para identificar a Doutrina Espírita propriamente
dita bem como os seus adeptos militantes, a fim de não haver nenhum tipo de confusão
com espiritualistas e/ou “seitistas” em geral.
Não
basta, portanto, acreditar em reencarnação e mediunidade de uma forma muito
pessoal, e às vezes personalista, para ser efetivamente um Espírita, mesmo que,
indebitamente, o candidato rotule-se assim e mesmo que eventualmente tenha
alguma atividade no Centro Espírita e/ou Movimento Espírita. E também não é
suficiente ler e aceitar um determinado livro da Codificação e a partir daí
estudar, correlacionar e valorizar uma gama de obras que nada tem a ver com o
Espiritismo, criando-se uma leitura “espírita/espiritualista” toda pessoal, que
pode, paulatinamente, se distanciar substancialmente dos postulados espíritas.
Tal postura caracterizaria uma espécie de “semi-conversão” ao Espiritismo, na
melhor das hipóteses.
O
próprio Divaldo Pereira Franco vem afirmando em suas palestras que o “movimento
espírita tem perdido em profundidade o que tem ganhado em quantidade de
adeptos”, os quais não têm apresentado o mesmo nível de comprometimento que
deveríamos esperar de espíritas militantes e que, a priori, eram mais comuns no
passado, quando o preconceito contra a Doutrina Espírita era bem maior.
Dentro
deste contexto, a orientação de Emmanuel consiste em uma diretriz de segurança
para quem deseja trabalhar verdadeiramente como Espírita militante, pois eles mesmos,
Emmanuel e Chico Xavier, estavam e estão submetidos à mesma diretriz, para que
sejam considerados trabalhadores espíritas e não simplesmente trabalhadores
espiritualistas ou livre-pensadores ou filósofos modernos. Realmente, há um
grande número de movimentos reencarnacionistas, mediunistas, que eventualmente
podem adotar um ou mais livros espíritas e que não são espíritas propriamente.
De
fato, se não apresentarmos um certo fanatismo, teremos de admitir que “a
transformação moral e os esforços que faz para domar suas más inclinações”
podem e certamente são também características encontradas em indivíduos que não
são Espíritas, ou seja, são atitudes de espiritualidade superior que podem ser
peculiaridades de adeptos de outras denominações filosófico-religiosas. Um
teólogo católico ou protestante inteligente, por exemplo, poderia dizer algo
próximo da famosa frase, isto é: “Reconhece-se o verdadeiro católico e/ou
protestante pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para domar
suas más inclinações”. Afinal, o lema do
Espiritismo é “Fora da caridade não há salvação”, implicando que o crescimento
espiritual não é uma exclusividade do Espiritismo e nem de nenhuma outra
denominação específica. Entretanto, isso não significa que todas as pessoas boas
ou que estão se esforçando para se tornarem boas são espíritas militantes.
Portanto, Kardec não estava afirmando que somente isso (“a transformação moral
e os esforços que faz para domar suas más inclinações”) identificaria os
Espíritas, mas que, entre os Espíritas militantes, conscientes, estudiosos,
verdadeiramente doutrinários e comprometidos com a Casa e o Movimento
espíritas, os Verdadeiros, ou seja, os que vivenciam no dia-a-dia aquilo que
acreditam e pregam, seriam identificados, entre todos os trabalhadores
Espíritas, pela melhoria moral substancial que certamente apresentariam com o
passar do tempo.
Na segunda mensagem do livro “Opinião
Espírita” (Parceria de Emmanuel e André Luiz pelos médiuns Chico Xavier e Waldo
Vieira), Emmanuel afirma que “Jesus é o Mestre e Kardec é o Seu Apóstolo; Jesus
é a porta; Kardec é a chave”. Em outra mensagem Emmanuelina, abaixo transcrita,
intitulada “Reverenciando Kardec”, também são corroboradas as Diretrizes Kardequianas
que Emmanuel e Chico seguiram na tarefa a que ambos se entregaram. Vale
estudá-la a fim de que caminhemos para ser “Espíritas Conscientes” e, a partir
daí, “Verdadeiros Espíritas”:
REVERENCIANDO
KARDEC
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Doutrina de Luz. Lição nº 07. Página 35.
Antes de Kardec, embora não nos faltasse a crença em Jesus, vivíamos na Terra atribulados por flagelos da mente, quais os que expomos:
- o combate recíproco e incessante entre os discípulos do Evangelho;
- o cárcere das interpretações literais;
- o espírito de seita;
- a intransigência delituosa;
- o obsessão sem remédio;
- o anátema nas áreas da filosofia e da ciência;
- o cativeiro aos rituais;
- a dependência quase absoluta dos templos de pedra para as tarefas da edificação íntima;
- a preocupação de hegemonia religiosa;
- a tirania do medo, ante as sombrias perspectivas do além-túmulo;
- o pavor da morte, por suposto fim da vida.
Depois de Kardec, porém, com a fé raciocinada nos ensinamentos de Jesus, o mundo encontra no Espiritismo Evangélico benefícios incalculáveis, como sejam:
- a libertação das consciências;
- a luz para o caminho espiritual;
- a dignificação do serviço ao próximo;
- o discernimento;
- o livre acesso ao estudo da lei de causa e efeito, com a reencarnação explicando as origens do sofrimento e as desigualdades sociais;
- o esclarecimento da mediunidade e a cura dos processos obsessivos;
- a certeza da vida após a morte;
- o intercâmbio com os entes queridos domiciliados no Além;
- a seara da esperança;
- o clima da verdadeira compreensão humana;
- o lar da fraternidade entre todas as criaturas;
- a escola do Conhecimento Superior, desvendando as trilhas da evolução e a multiplicidade das “moradas” nos domínios do Universo.
Jesus - o amor.
Kardec - o raciocínio.
Jesus - o Mestre.
Kardec - o Apóstolo.
Seguir o Cristo de Deus, com a luz que Allan Kardec acende em nossos corações, é a norma renovadora que nos fará alcançar a sublimação do próprio espírito, em louvor da Vida Maior.
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Doutrina de Luz. Lição nº 07. Página 35.
Antes de Kardec, embora não nos faltasse a crença em Jesus, vivíamos na Terra atribulados por flagelos da mente, quais os que expomos:
- o combate recíproco e incessante entre os discípulos do Evangelho;
- o cárcere das interpretações literais;
- o espírito de seita;
- a intransigência delituosa;
- o obsessão sem remédio;
- o anátema nas áreas da filosofia e da ciência;
- o cativeiro aos rituais;
- a dependência quase absoluta dos templos de pedra para as tarefas da edificação íntima;
- a preocupação de hegemonia religiosa;
- a tirania do medo, ante as sombrias perspectivas do além-túmulo;
- o pavor da morte, por suposto fim da vida.
Depois de Kardec, porém, com a fé raciocinada nos ensinamentos de Jesus, o mundo encontra no Espiritismo Evangélico benefícios incalculáveis, como sejam:
- a libertação das consciências;
- a luz para o caminho espiritual;
- a dignificação do serviço ao próximo;
- o discernimento;
- o livre acesso ao estudo da lei de causa e efeito, com a reencarnação explicando as origens do sofrimento e as desigualdades sociais;
- o esclarecimento da mediunidade e a cura dos processos obsessivos;
- a certeza da vida após a morte;
- o intercâmbio com os entes queridos domiciliados no Além;
- a seara da esperança;
- o clima da verdadeira compreensão humana;
- o lar da fraternidade entre todas as criaturas;
- a escola do Conhecimento Superior, desvendando as trilhas da evolução e a multiplicidade das “moradas” nos domínios do Universo.
Jesus - o amor.
Kardec - o raciocínio.
Jesus - o Mestre.
Kardec - o Apóstolo.
Seguir o Cristo de Deus, com a luz que Allan Kardec acende em nossos corações, é a norma renovadora que nos fará alcançar a sublimação do próprio espírito, em louvor da Vida Maior.
Leonardo Marmo Moreira
28/11 - Frase do dia
Em
que objeto centralizas a tua crença, meu amigo? Recorda que é necessário crer
sinceramente em Jesus e segui-lo, para não sermos confundidos.
Da obra Vinha de Luz
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier
terça-feira, 26 de novembro de 2013
26/11 - Frase do dia
"Amai-vos
uns aos outros." Observai esse preceito, reuni-vos todos sob essa bandeira
e tereis ventura e consolação.
De O Evangelho Segundo o Espiritismo
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
25/11 - Frase do dia
A porta
estreita é sempre o amor intraduzível e incomensurável de Deus.
Da obra Ceifa de Luz
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier
domingo, 24 de novembro de 2013
sábado, 23 de novembro de 2013
23/11 - Frase do dia
Não
te detenhas em recordações amargas do pretérito.
Da obra Ceifa de Luz
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
22/11 - Frase do dia
Coragem!
há corações bons que velam por vós; não sereis abandonadas; paciência! Deus lá
está.
De O Evangelho Segundo o Espiritismo
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
21//11 - Frase do dia
À
medida que o espírito avulta em conhecimento, mais compreende o valor do tempo
e das oportunidades que a vida maior lhe proporciona, reconhecendo, por fim, a
imprudência de gastar recursos preciosos em discussões estéreis e caprichosas
Da obra Palavras de Emmanuel.
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Sobre a nucleação das células, a origem da vida na Terra e a obra “A Caminho da Luz”
Algumas partes do livro "A Caminho da Luz" têm
sido discutidas e questionadas por alguns confrades que tem buscado se
aprofundar na importante obra de Emmanuel pela mediunidade de Chico Xavier. Tais
companheiros têm estudado a parte do livro que trata dos "primeiros
habitantes da Terra", na qual Emmanuel comenta sobre os processos
celulares que deram origem ao núcleo da célula através de um processo que seria
uma “elaboração paciente das formas". De fato, tal tópico é ainda matéria
de difícil assimilação por todos nós, estudantes da Doutrina Espírita.
Realmente, os seres procariontes, tais como as bactérias, não apresentam carioteca (membrana que envolve o núcleo celular dos seres eucariontes), mas apresentam estruturas necessárias às suas atividades funcionais. De fato, os procariontes apresentam, por exemplo, uma região chamada de “região nuclear”, onde existe uma maior concentração de material cromossômico, o que poderia, minimamente explicar a utilização do conceito de “nucleação” ou “anucleação”, por parte do benfeitor espiritual Emmanuel na obra “A Caminho da Luz”. De qualquer maneira, o desenvolvimento das bactérias não implica que seres mais elaborados do ponto de vista celular não estavam, em maior ou menor grau, nos seus respectivos processos de evolução orgânica, mesmo que de forma ainda muito preliminar. Realmente, o que temos são teorias, uma vez que alguns aspectos da Evolução ainda carecem de maior aprofundamento por parte dos especialistas da área. Logo, concomitantemente ao surgimento desses tipos de seres vivos, poderia estar acontecendo o desenvolvimento de pré-requisitos evolutivos de outras espécies “mais elaboradas”.
A discussão que o mentor espiritual de Chico Xavier elabora a respeito da origem dos primeiros seres vivos na Terra não parece estar em contradição com a frase emmanuelina “A elaboração paciente das formas” porque não há detalhamento suficiente no texto desse benfeitor (Emmanuel) para supormos uma incoerência. De fato, se analisarmos a vida atual no planeta, constataremos a coexistência de um grande número de espécies que tiveram caminhos evolutivos (e que continuam ocorrendo) bem distintos.
De qualquer forma, todos os textos que tratam das nossas origens espirituais e materiais são recursos didáticos válidos, sobretudo em se tratando de autores da envergadura espiritual de um Emmanuel. Entretanto, mesmo assim, tais textos não devem ser tomados literalmente, pois ainda temos um grande caminho a percorrer de avanço na compreensão das gêneses espiritual e material. Se analisarmos os prefácios bem como a integralidade dos textos de obras como “A Caminho da Luz”, “Evolução em Dois Mundos” e “Mecanismos da Mediunidade”, por exemplo, perceberemos que, apesar de serem contribuições valiosíssimas, os seus próprios autores os consideram como apostilas resumidas de estudo, empregando, muitas vezes de analogias de valor meramente didático para favorecer o nosso entendimento inicial em áreas em que ainda temos que laborar muito intelectualmente. Portanto, mesmo tais obras, que são verdadeiras referências de estudo para todos os espíritas zelosos em relação à Doutrina, estão longe de terem esgotado as questões abordadas, tal como ocorre com a própria obra “A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec. De fato, as chamadas “Revelações Espirituais” constituem contribuições dos amigos espirituais ao nosso avanço espiritual, sem nunca constituírem qualquer tipo de isenção de trabalho da parte de nós, Espíritos encarnados.
Leonardo Marmo Moreira
terça-feira, 19 de novembro de 2013
19/11 - Frase do dia
A luta em família é problema fundamental da redenção do homem na Terra.
Da obra Palavras de Emmanuel.
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier
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