De O Evangelho Segundo o Espiritismo
Este é um espaço mantido pelo Centro Espírita Caminho da Paz dedicado para a divulgação do Espiritismo. O CECAPAZ se localiza na cidade de São João del Rei e vem realizando um trabalho há 23 anos de divulgação e trabalho dentro dos preceitos da Doutrina Espírita. Seja bem-vindo!
Em destaque:
Evangelização Infantil - Toda Segunda-feira às 19h30m.
A Juventude Espírita Maria de Nazaré - Todo sábado de 17h às 18h30m.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
20/07 - Frase do dia
A travessia de uma das portas é ação compulsória para todas as criaturas.
Porta larga – entrada na ilusão – saída pelo reajuste...
Porta estreita – saída do erro – entrada na renovação...
O momento atual é de escolha da porta, estreita ou larga
Porta larga – entrada na ilusão – saída pelo reajuste...
Porta estreita – saída do erro – entrada na renovação...
O momento atual é de escolha da porta, estreita ou larga
Da obra O Espírito da Verdade
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier
terça-feira, 19 de julho de 2011
Momentos de Saúde
Parte 3
Joana segue o capítulo afirmando que todo o mal que nos fizeram já passou e não podemos fazer nada para que não houvesse ocorrido, a não ser mudarmos o sentido que o damos. Devemos modificar, entretanto, seus “efeitos daninhos”. Ela fala que quando sabemos que não somos o que nos acusam ser, e, devido à nossa fragilidade psicológica, o incorporamos à nossa personalidade e passamos a crer conforme nos definiram, devemos romper com as algemas em direção à libertação.
“És uma ganga bruta por lapidar. Se, exteriormente, a ganga é impura, tens no íntimo o brilho das estrelas, que te cumpre liberar” (p.32). Assim, ela encerra o capítulo nos conscientizando sobre a nossa responsabilidade perante a nossa vida e ao nosso processo evolutivo, uma vez que cabe somente a cada um a decisão de provar a si mesmo o quanto possui. Dessa forma, devemos nos implicar na construção do nosso futuro e reconstruí-lo, pois, assim, conseguiremos transformá-lo.
Joana segue o capítulo afirmando que todo o mal que nos fizeram já passou e não podemos fazer nada para que não houvesse ocorrido, a não ser mudarmos o sentido que o damos. Devemos modificar, entretanto, seus “efeitos daninhos”. Ela fala que quando sabemos que não somos o que nos acusam ser, e, devido à nossa fragilidade psicológica, o incorporamos à nossa personalidade e passamos a crer conforme nos definiram, devemos romper com as algemas em direção à libertação.
“És uma ganga bruta por lapidar. Se, exteriormente, a ganga é impura, tens no íntimo o brilho das estrelas, que te cumpre liberar” (p.32). Assim, ela encerra o capítulo nos conscientizando sobre a nossa responsabilidade perante a nossa vida e ao nosso processo evolutivo, uma vez que cabe somente a cada um a decisão de provar a si mesmo o quanto possui. Dessa forma, devemos nos implicar na construção do nosso futuro e reconstruí-lo, pois, assim, conseguiremos transformá-lo.
Larissa - Mocidade
19/07 - Frase do dia
Toda a moral de Jesus se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.
De O Evangelho Segundo o Espiritismo
segunda-feira, 18 de julho de 2011
18/07 - Frase do dia
Não abandones teus livros, não te canses de estudar. A educação é tesouro que ninguém pode roubar.
Da obra Gotas de Luz
Pelo espírito Casimiro Cunha. Francisco C. Xavier
domingo, 17 de julho de 2011
17/07 - Frase do dia
A verdadeira fé se conjuga à humildade; aquele que a possui deposita mais confiança em Deus do que em si próprio, por saber que, simples instrumento da vontade divina, nada pode sem Deus. Por essa razão é que os bons Espíritos lhe vêm em auxílio.
De O Evangelho Segundo o Espiritismo
sábado, 16 de julho de 2011
16/07 - Frase do dia
Se o amor do próximo constitui o princípio da caridade, amar os inimigos é a mais sublime aplicação desse princípio, porquanto a posse de tal virtude representa uma das maiores vitórias alcançadas contra o egoísmo e o orgulho.
De O Evangelho Segundo o Espiritismo
sexta-feira, 15 de julho de 2011
15/07 - Frase do dia
Os designos superiores jamais nos propõem questões de que não necessitemos, na arena das circunstâncias.
Da obra No mundo maior...
Pelo espírito André Luiz. Francisco C. Xavier
quinta-feira, 14 de julho de 2011
14/07 - Frase do dia
Não façais aos outros o que não quiserdes que vos façam; fazei-lhes, ao contrário, todo o bem que vos esteja ao alcance fazer-lhes.
De O Evangelho Segundo o Espiritismo
quarta-feira, 13 de julho de 2011
13/07 - Frase do dia
Inspiração divina, a fé desperta todos os instintos nobres que encaminham o homem para o bem. É a base da regeneração. Preciso é, pois, que essa base seja forte e durável, porquanto, se a mais ligeira dúvida a abalar, que será do edifício que sobre ela construirdes?
De O Evangelho Segundo o Espiritismo
terça-feira, 12 de julho de 2011
Momentos de Saúde
Capítulo 4: Liberação
Parte 2
Neste capítulo, Joana nos esclarece que tudo que está à nossa volta, inclusive o lar no qual viemos nesta encarnação, bem como a condição social e o sofrimento pode muitas das vezes ter sido escolhida por nós mesmos ou atraídas para a nossa evolução espiritual. Ela afirma que “cada um vincula aos seres de que necessita para a evolução” (p.30). Contudo, permanecer condicionado a isto é apenas uma justificativa para a acomodação, uma vez que é mais fácil assumir um papel de vítima e auto-piedade do que mudar. É mais fácil se atrelar ao negativismo e perpetuá-lo do que reconhecer as ferramentas que possui para a libertação e o progresso.
De acordo com ela, “problemas existem para ser solucionados” e as “dificuldades são testes para desafiar os valores latentes do conhecimento, da capacidade de luta de cada um”. “Os ressentimentos, o medo, a queixa, a reclamação do passado mais te farão dependente do acontecido, no qual inconscientemente te apóias a fim de não lutares pela restauração da paz e o logro da alegria” (p.31).
Parte 2
Neste capítulo, Joana nos esclarece que tudo que está à nossa volta, inclusive o lar no qual viemos nesta encarnação, bem como a condição social e o sofrimento pode muitas das vezes ter sido escolhida por nós mesmos ou atraídas para a nossa evolução espiritual. Ela afirma que “cada um vincula aos seres de que necessita para a evolução” (p.30). Contudo, permanecer condicionado a isto é apenas uma justificativa para a acomodação, uma vez que é mais fácil assumir um papel de vítima e auto-piedade do que mudar. É mais fácil se atrelar ao negativismo e perpetuá-lo do que reconhecer as ferramentas que possui para a libertação e o progresso.
De acordo com ela, “problemas existem para ser solucionados” e as “dificuldades são testes para desafiar os valores latentes do conhecimento, da capacidade de luta de cada um”. “Os ressentimentos, o medo, a queixa, a reclamação do passado mais te farão dependente do acontecido, no qual inconscientemente te apóias a fim de não lutares pela restauração da paz e o logro da alegria” (p.31).
Larissa - Mocidade
12/07 - Frase do dia
O homem de bem estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera.
De O Evangelho Segundo o Espiritismo
segunda-feira, 11 de julho de 2011
11/07 - Frase do dia
Rende, pois, graças a Deus, se já podes prestar auxílio, porque, se chegaste ao grau de restauração em que te encontras, é que, decerto, alguém caminhou pacientemente contigo, com bastante amor de servir e bastante coragem de suportar.
Da obra O Espírito da Verdade
Pelo espírito Albino Teixeira. FRancisco C. Xavier e Valdo Vieira
domingo, 10 de julho de 2011
10/07 - Frase do dia
Cada situação a que somos conduzidos é portadora de ocultos ensinamentos para o nosso bem.
Da obra No mundo maior...
Pelo espírito André Luiz. Francisco C. Xavier
sábado, 9 de julho de 2011
09/07 - Frase do dia
A vontade é a maior de todas as potências; é, em sua ação, comparável ao ímã. A vontade de viver, de desenvolver em nós a vida, atrai-nos novos recursos vitais; tal é o segredo da lei de evolução.
Da obra O Problema do Ser, do Destino e da Dor
Por Léon Denis
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Ei jovem!
Trazemos um texto que fala sobre a questão dos métodos anticoncepcionais e o espiritismo, explicitando a posição da Doutrina com referência a esse tema tão importante e muitas vezes pouco discutido. O texto foi trabalhado durante a última reunião da Mocidade Espírita Maria de Nazaré.
MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS E O ESPIRITISMO
Há métodos anticoncepcionais que não são abortivos, pois não permitem que ocorra a concepção. Em conseqüência, nestes casos não há que se falar em ligação entre um espírito e a matéria. O uso de anticoncepcionais é um meio de se fazer planejamento familiar, a fim de que a família seja programada, se constitua e se multiplique com equilíbrio. Não há nada de errado em preparar-se, física e psicologicamente, para a vinda de um filho, como um ato deliberado, para que a paternidade e a maternidade alcancem plena satisfação e realização. Os casais têm livre-arbítrio para decidir sobre quantos filhos terão e quando os terão. Muitas vezes, trazemos uma programação espiritual prévia dos filhos, mas o ser humano tem o livre-arbítrio de fazer escolhas. Escolhas egoístas podem ter conseqüências futuras, mas o simples planejamento equilibrado da família não é reprovável do ponto de vista espiritual.
A procriação, dando oportunidade reencarnatória a um espírito que necessita voltar à vida física para continuar sua evolução, é uma das tarefas que podemos trazer para a nova passagem pela carne. Porém, não a única. Não reencarnamos unicamente com esse objetivo. Sendo assim, temos o direito de fazer o nosso planejamento familiar, pois, do contrário, teríamos que procriar indefinidamente, durante toda a existência física, o que não seria uma atitude de bom senso. A questão do controle da natalidade deve ser examinada observando-se a intenção de quem o pratique. Se a intenção for de seguir um planejamento familiar que atenda às realidades do casal, inclusive de ordem econômica, nada há na Doutrina que o reprove. Se, porém, a intenção é meramente de preservar a estética do corpo, manter a sensualidade ou ter uma atividade sexual voltada unicamente para o prazer, por exemplo, entendemos que, nestas hipóteses, deverão advir conseqüências na vida espiritual.
Nestes casos, estará sendo contrariada a Lei Natural e a conseqüência será a necessidade de retificação numa existência física futura, de forma geralmente dolorosa.
Obviamente que o mau uso do livre-arbítrio, através do abuso do prazer sexual e da promiscuidade, gerará conseqüência desgostosas para o espírito que não souber utilizar adequadamente suas energias sexuais. Então, o uso de métodos anticoncepcionais não significa liberação sexual absoluta e desregrada, mas tão somente um modo de se planejar adequadamente a família.
MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS E O ESPIRITISMO
Há métodos anticoncepcionais que não são abortivos, pois não permitem que ocorra a concepção. Em conseqüência, nestes casos não há que se falar em ligação entre um espírito e a matéria. O uso de anticoncepcionais é um meio de se fazer planejamento familiar, a fim de que a família seja programada, se constitua e se multiplique com equilíbrio. Não há nada de errado em preparar-se, física e psicologicamente, para a vinda de um filho, como um ato deliberado, para que a paternidade e a maternidade alcancem plena satisfação e realização. Os casais têm livre-arbítrio para decidir sobre quantos filhos terão e quando os terão. Muitas vezes, trazemos uma programação espiritual prévia dos filhos, mas o ser humano tem o livre-arbítrio de fazer escolhas. Escolhas egoístas podem ter conseqüências futuras, mas o simples planejamento equilibrado da família não é reprovável do ponto de vista espiritual.
A procriação, dando oportunidade reencarnatória a um espírito que necessita voltar à vida física para continuar sua evolução, é uma das tarefas que podemos trazer para a nova passagem pela carne. Porém, não a única. Não reencarnamos unicamente com esse objetivo. Sendo assim, temos o direito de fazer o nosso planejamento familiar, pois, do contrário, teríamos que procriar indefinidamente, durante toda a existência física, o que não seria uma atitude de bom senso. A questão do controle da natalidade deve ser examinada observando-se a intenção de quem o pratique. Se a intenção for de seguir um planejamento familiar que atenda às realidades do casal, inclusive de ordem econômica, nada há na Doutrina que o reprove. Se, porém, a intenção é meramente de preservar a estética do corpo, manter a sensualidade ou ter uma atividade sexual voltada unicamente para o prazer, por exemplo, entendemos que, nestas hipóteses, deverão advir conseqüências na vida espiritual.
Nestes casos, estará sendo contrariada a Lei Natural e a conseqüência será a necessidade de retificação numa existência física futura, de forma geralmente dolorosa.
Obviamente que o mau uso do livre-arbítrio, através do abuso do prazer sexual e da promiscuidade, gerará conseqüência desgostosas para o espírito que não souber utilizar adequadamente suas energias sexuais. Então, o uso de métodos anticoncepcionais não significa liberação sexual absoluta e desregrada, mas tão somente um modo de se planejar adequadamente a família.
08/07 - Frase do dia
O espírita cristão é chamado aos problemas do mundo, a fim de ajudar-lhes a solução; contudo, para atender em semelhante mister, há que silenciar discórdia e censura e alongar entendimento e serviço.
Da obra O Espírito da Verdade
Pelo espírito Bezerra de Menezes. Francisco C. Xavier e Waldo Vieira
quarta-feira, 6 de julho de 2011
06/07 - Frase do dia
Usemos para com os outros o alimento da paz, porque, estendendo paz aos outros, asseguramos paz a nós mesmos. E, com a paz, conseguiremos possuir espaço e tempo terrestres, em dimensões maiores, para que aprendamos e possamos, realmente, servir.
Da obra O Espírito da Verdade
Pelo espírito Hilário Silva. Francisco C. Xavier e Waldo Vieira
terça-feira, 5 de julho de 2011
Momentos de saúde
Dando seguimento ao estudo, a mensagem que antecede o capítulo quatro nos ensina que tudo que acontece na vida e a forma de encarar cada situação dependem de nós mesmos. Cada indivíduo faz da sua vida o que quer, através das suas escolhas e de acordo com o nível espiritual que ainda se encontram. O que devemos, pois, é procurar ser uma constante “busca perene de harmonia” (p.27). A compreensão de que o mal que outras pessoas nos fizeram é decorrente de sua própria vitimização permite que mudemos a nossa forma de ver as coisas, de sair da nossa visão de mundo e olhar a partir do outro. Assim, passamos a compreender também que não existe o mau em si, mas tudo é passível de mudança porque são formas de ver diferentes. Tudo é interpretação, e, por sermos seres únicos e especiais, conseguintemente, temos visões, interpretações e valores diferentes. Sendo assim, eu posso mudar a forma de encarar um fato e, a partir dessa nova perspectiva, transformar o “mal que me fizeram” em um “bem para mim” (p.27).
Capítulo 4: Liberação
Parte 1
Neste capítulo, Joana nos fala sobre as cargas mentais negativas e suas influências em nossas vidas, seja a nível mental como físico, sócio e espiritual. Segundo ela, essas cargas de energia têm a capacidade de desestruturar-nos psicológica e fisicamente, e, quanto mais estivermos acostumados a elas, mais difícil é sair do padrão, sendo necessário um esforço muito grande para a mudança, já que este se tornou um hábito, sendo repetido sutilmente.
A lamentação do passado não ajuda a melhorar ou modifica a realidade na qual nos encontramos. Nesse sentido, reviver as reminiscências negativas, os acontecimentos dolorosos e perpetuar os vícios de pensamentos perturbadores, bem como as contínuas queixas e ressentimentos guardados acabam por prejudicar a marcha do homem rumo à perfeição. O ser, ao invés de reconhecer seu potencial, a condição de ser divino, filho de Deus, e portanto, de ter todas as ferramentas possíveis para a superação da dor e do estado de angústia, prefere permanecer na lamentação por comodismo e autocompaixão.
Ela fala que não podemos evitar termos nascido em um ambiente hostil ou em situação sócio-econômica penosa, mas que a estagnação neste passado somente o complica e não o elimina. Permanecer neste padrão é apenas uma desculpa para não mudar e continuar a caminhada, porque esta sim é mais difícil e requer força e auto-conhecimento. Dessa forma, as pessoas preferem assumir um lugar de vítima diante do “insucesso da vida planetária”, acomodando-se “ao sucedido e preservando-o por conformismo” (p.30).
Devemos, pois, mudar a perspectiva, e, ao invés de olhar o que aconteceu de ruim, nos abrirmos para as novas possibilidades, tanto de escolhas como de interpretações e visões do mundo e dos acontecimentos. Assim, quando nos permitimos, conseguimos ver coisas que até então pareceram estar escondidas e que, na verdade estavam ali o tempo todo e apenas não quisemos ver. Passamos a enxergar e reconhecer o aprendizado e o conseqüente ponto positivo de todas as situações, por piores que pareçam.
Compreendemos que o sofrimento só depende de nós mesmos, bem como a cura. A decisão de ser feliz cabe a nós mesmos, e, a partir dela, revertemos o ocorrido, não no sentido de modificar o que aconteceu, mas de modificar o nosso estado emocional e psicológico diante dele. Assim, compreendemos que também podemos ser felizes e saudáveis, e que só depende de nós mesmos.
Capítulo 4: Liberação
Parte 1
Neste capítulo, Joana nos fala sobre as cargas mentais negativas e suas influências em nossas vidas, seja a nível mental como físico, sócio e espiritual. Segundo ela, essas cargas de energia têm a capacidade de desestruturar-nos psicológica e fisicamente, e, quanto mais estivermos acostumados a elas, mais difícil é sair do padrão, sendo necessário um esforço muito grande para a mudança, já que este se tornou um hábito, sendo repetido sutilmente.
A lamentação do passado não ajuda a melhorar ou modifica a realidade na qual nos encontramos. Nesse sentido, reviver as reminiscências negativas, os acontecimentos dolorosos e perpetuar os vícios de pensamentos perturbadores, bem como as contínuas queixas e ressentimentos guardados acabam por prejudicar a marcha do homem rumo à perfeição. O ser, ao invés de reconhecer seu potencial, a condição de ser divino, filho de Deus, e portanto, de ter todas as ferramentas possíveis para a superação da dor e do estado de angústia, prefere permanecer na lamentação por comodismo e autocompaixão.
Ela fala que não podemos evitar termos nascido em um ambiente hostil ou em situação sócio-econômica penosa, mas que a estagnação neste passado somente o complica e não o elimina. Permanecer neste padrão é apenas uma desculpa para não mudar e continuar a caminhada, porque esta sim é mais difícil e requer força e auto-conhecimento. Dessa forma, as pessoas preferem assumir um lugar de vítima diante do “insucesso da vida planetária”, acomodando-se “ao sucedido e preservando-o por conformismo” (p.30).
Devemos, pois, mudar a perspectiva, e, ao invés de olhar o que aconteceu de ruim, nos abrirmos para as novas possibilidades, tanto de escolhas como de interpretações e visões do mundo e dos acontecimentos. Assim, quando nos permitimos, conseguimos ver coisas que até então pareceram estar escondidas e que, na verdade estavam ali o tempo todo e apenas não quisemos ver. Passamos a enxergar e reconhecer o aprendizado e o conseqüente ponto positivo de todas as situações, por piores que pareçam.
Compreendemos que o sofrimento só depende de nós mesmos, bem como a cura. A decisão de ser feliz cabe a nós mesmos, e, a partir dela, revertemos o ocorrido, não no sentido de modificar o que aconteceu, mas de modificar o nosso estado emocional e psicológico diante dele. Assim, compreendemos que também podemos ser felizes e saudáveis, e que só depende de nós mesmos.
Larissa - Mocidade
05/07 - Frase do dia
O dever primordial de toda criatura humana, o primeiro ato que deve assinalar a sua volta à vida ativa de cada dia, é a prece.
De O Evangelho Segundo o Espiritismo
segunda-feira, 4 de julho de 2011
04/07 - Frase do dia
É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para um alvo determinado. Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar. Sua mobilidade constante e sua variedade infinita oferecem limitado acesso às influências superiores. É preciso saber se concentrar, colocar o pensamento acorde com o pensamento divino.
Da obra O Problema do Ser, do Destino e da Dor
Por Léon Denis
Assinar:
Postagens (Atom)