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sábado, 17 de novembro de 2012

17/11 - Frase do dia

Cada qual é responsável pelos seus atos, recebendo de conformidade com as suas obras.

Da obra A caminho da Luz

Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

16/11 - Frase do dia

Não há cura para as nossas doenças da alma, quando nossa alma não se rende ao impositivo de recuperar a si mesma.

Da obra Ideias e Ilustrações
Pelo espírito Irmão X/Bezerra de Menezes. Francisco C. Xavier

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

15/11 - Frase do dia

É, muitas vezes, nos corações humildes e aflitos que vamos encontrar a divina palavra cantando o hino maravilhoso dos bem-aventurados.

Da obra A caminho da Luz
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Suicídios Diretos e Suicídios Indiretos


            André Luiz, na obra “Nosso Lar”, foi considerado um suicida indireto ou inconsciente. Os mentores caracterizaram tal situação como sendo o contexto que envolve aquele indivíduo que não cuidou da saúde e demonstrou desrespeito pelos cuidados mínimos necessários para manter e até aumentar a sobrevida de um corpo físico. Por exemplo, alimentação equilibrada; sono adequado; abstinência de hábitos nocivos à saúde como é caso do uso de drogas lícitas e/ou ilícitas; proteção em relação às condições climáticas mais drásticas; controle do estresse; equilíbrio emocional; equilíbrio afetivo-sexual; perdão das ofensas; eliminação ou minimização de sentimentos negativos como raiva, ressentimento, tristeza, entre outros; cuidado em relação a riscos, em alguns casos desnecessários, de acidentes físicos, como desastres de trânsito, violência física, entre outros; hábito de manter pensamentos positivos; culto do evangelho no lar e da prece etc. Ao contrário do suicídio direto, o suicídio indireto não exige a intenção contundente de se acabar com a vida de uma forma drástica e imediata, estando mais relacionado a uma atitude de descaso, de inconseqüência em relação às leis que regem a vida física, denotando diferentes graus de imaturidade espiritual.
Suicídios diretos e suicídios indiretos (pelos menos aqueles de maior nível de comprometimento espiritual) tendem a minimizar a tendência ao chamado “sono reparador” dos desencarnantes. Tal informação é respaldada por informações do autor espiritual Humberto de Campos, quando entrevista Marylin Monroe no capítulo intitulado “Entrevista em Hollywood”, e também em “Depoimento” (capítulo 2). Podemos citar igualmente os capítulos iniciais da obra “Estante de Vida” de Irmão X. Essa vigília acaba sendo extremamente tormentosa para o desencarnante suicida.
            Além disso, o excesso de fluido vital e de vinculação entre o Espírito, o perispírito e o cadáver faz com que o Espírito possa sofrer muito, inclusive podendo padecer com a decomposição dos seus despojos carnais. Outro aspecto a ser considerado é que o excesso de fluido vital faz com que a densidade do perispírito, isto é, o nível de materialidade do perispírito permaneça muito intenso, limitando a possibilidade de percepção dos seres espirituais mais elevados que podem estar próximos dos suicidas, trabalhando em prol do socorro espiritual possível de ser administrado a esses irmãos sofredores. Isto ocorre porque o perispírito do suicida desencarnante está muito denso, ou seja, muito materializado, enquanto que o perispírito do protetor apresenta propriedades muito mais sutis, mantendo esse corpo espiritual invisível aos suicidas.
            Neste contexto, é importante frisar o papel do chamado “cordão prateado”, que é uma espécie de liame que mantém conectado o perispírito propriamente dito ao corpo físico, sendo responsável pela possibilidade de desdobramento espiritual parcial do Espírito encarnado e seu retorno ao corpo físico, sem haver o desligamento completo que seria a morte propriamente dita (desdobramento total do espírito em relação ao corpo). Mesmo após a morte física (o óbito propriamente considerado, caracterizado pela ocorrência dupla da morte cardiorrespiratória e da morte troncoencefálica), muitas vezes o desligamento final do perispírito em relação ao corpo físico demora algum tempo para ocorrer, o que pode ser constatado através do relado de Irmão Jacob na obra “Voltei”. Esse tempo é bem variado, dependendo basicamente das condições espirituais do desencarnante. Portanto, o “cordão prateado” muitas vezes permanece intacto durante algum tempo mantendo o suicida ligado ao cadáver, seja no próprio caixão, que é uma situação muito dolorosa, seja com o Espírito sentando ou em pé sobre a lápide (como o próprio André Luiz narra em Obreiros da Vida Eterna), que não deixa de ser doloroso, porém em condições menos drásticas do que o primeiro caso.
            Por outro lado, mesmo após o cordão prateado ser desligado do corpo, temos que enfatizar que, se o nível de fluido vital do perispírito permanecer elevado, haverá uma liberação muito intensa de fluido vital (“ectoplasma”), denotando o alto grau de materialidade do corpo espiritual. Esse “ectoplasma” costuma ser abundante e muito materializado quando liberado por suicidas, denotando o alto grau de materialidade do corpo espiritual dos irmãos que mataram o próprio corpo. Tal situação frequentemente só pode ser remediada quando o período aproximado para o qual a programação reencarnatória previa a duração da vida física é atingido. Até esse ponto, a materialidade perispiritual dificilmente permitiria um resgate direto de mentores espirituais visando à internação desses espíritos sofredores em colônias de refazimento.
            Assim sendo, os suicidas tendem a apresentar grande liberação de fluido vital durante um representativo intervalo de tempo, o que os torna alvos preferenciais de falanges de Espíritos bastante atrasados, que tentam capturá-los para mantê-los presos em uma espécie de cativeiro, onde os recém-desencarnados podem ser vampirizados por esses Espíritos primitivos, que são extremamente apegados às sensações do corpo físico.

Leonardo Marmo Moreira

14/11 - Frase do dia

Quem se preocupa em transpor diversas portas, em movimento simultâneo, acaba sem atravessar porta alguma.

Da obra Pão Nosso
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

terça-feira, 13 de novembro de 2012

13/11 - Frase do dia

Em qualquer lugar e em qualquer tempo, receberemos da vida, de acordo com as nossas próprias obras.

Da obra Entre a Terra e o Céu
Pelo espírito André Luiz. Francisco C. Xavier

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Biografia – Anália Franco


Filha do Sr. Antônio Mariano Franco Júnior e de Dona Teresa Franco, Anália Emília Franco, nasceu em 1˚ de fevereiro de 1853 em Resende no estado do Rio de Janeiro. Após consorciar- se em matrimônio com Francisco Antônio Bastos, seu nome passou a ser Anália Franco Bastos.
O título “Grande Dama da Educação Brasileira”, criado em sua homenagem, evidencia que ninguém na história pátria mais o mereceu que Anália Franco. Do Amazonas ao Rio Grande do Sul, passando pelo norte, nordeste, sertão mineiro, sudeste, nos idos tempos do começo do século, no engatilhar da comunicação escrita, sua fama correu de cidades grandes a pequenos burgos através do periódico A Voz Maternal, mensageiro de sua exemplar obra de educação e filantropia.
Considerando a época em que viveu, na qual a mulher era preparada para as atividades do lar e o desempenho da maternidade, pode-se dizer que Anália Franco foi uma mulher ousada que viveu além do seu tempo, ao realizar uma obra sem parâmetros, que proporcionou benefícios para milhares de órfãos, viúvas, crianças desamparadas e toda gama de desprotegidos de sorte.

Nesta sublime caminhada fez-se empresária, empreendedora, escritora, jornalista, educadora, teatróloga, literata, feminista, republicana, abolicionista e, pasmem, espírita de quatro costados, numa época de grande domínio clerical. Anália manteve tão profícuas e variadas atividades durante sua vida com seu talento multifacetário, seu coração inclinado à solidariedade humana e sua determinação pertinaz, que parece que seduzia a uns mas afastava a outros, por se tratar de uma mulher que fugia totalmente aos padrões da época e por realizar uma obra que muitos homens juntos não conseguiram.

Em sua visão de futuro, Anália criou a Associação de molde a suprir previsíveis deficiências da época: já nos Estatutos incluiu a criação de Liceus para formarem suas professoras; ela própria escreveu os livros didáticos e pedagógicos, raros em língua portuguesa, e montou uma tipografia para imprimi-los; criou meios de subsistência para suas Instituições, de modo a não depender exclusivamente de auxílios e subvenções, procurou não só asilar o desprotegido, mas dar-lhe independência profissionalizando-o e devolvendo-o à sociedade como cidadão útil, pronto a colaborar, nunca a pedir.

12/11 - Frase do dia


Deseje o bem dos outros, tanto quanto deseja o próprio bem.

Da obra Agenda Cristã
Pelo espírito André Luiz. Francisco C. Xavier

domingo, 11 de novembro de 2012

11/11 - Frase do dia

O mal e o bem, o feio e o belo viveram, antes de tudo, na fonte mental que os produziu, nos movimentos incessantes da vida.

Da obra Pão Nosso
Pelo espírita Emmanuel. Francisco C. Xavier

sábado, 10 de novembro de 2012

10/11 - Frase do dia

Há dois milênios que o Evangelho do Mestre espera a floração do perfeito entendimento dos homens.

Da obra A caminho da Luz
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

09/11 - Frase do dia

Não se preocupe com os caluniadores. Agradeça ao inimigo pelo valor que lhe atribui.

Da obra Agenda Cristã
Pelo espírito André Luiz. Francisco C. Xavier

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

08/11 - Frase do dia

Ninguém salvará um naufrágio sem expor-se ao chicote das ondas.

Da obra Palavras de Emmanuel.
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

As Quatro Principais Tarefas na Reencarnação


                Considerando os ensinamentos de Allan Kardec e Emmanuel, é possível inferir que o Espírito reencarnante, e, sobretudo o cristão, tem basicamente quatro (4) objetivos principais na reencarnação.  Obviamente, o Espírita, que, conforme o próprio Raul Teixeira afirma, “é um homem no mundo com um conhecimento que poucos no mundo possuem”, tende a apresentar um nível de consciência ainda mais avançado em comparação com a média dos cristãos. Obviamente, esse maior nível de conhecimento traz grandes benefícios, mas também maior nível de compromisso, de responsabilidade.

                Portanto, todo Espírita deve estar ciente das quatro principais tarefas que a reencarnação nos convoca a desenvolver: Perante si mesmo; Perante as famílias consangüínea e espiritual; Perante a sociedade; Perante a Verdade, o Evangelho e o Espiritismo.

                Perante si mesmo: É uma tarefa de importância capital. Engloba a evolução intrínseca do espírito imortal, tanto do ponto de vista intelectual como principalmente do ponto de vista moral, além da desvinculação de compromissos cármicos que nos mantém limitados em nossas possibilidades evolutivas. A ação da caridade dinâmica, sobretudo com aqueles que estamos mais vinculados certamente constitui um dos principais objetivos de nossa reencarnação.

                Perante as famílias consangüínea e espiritual: Ninguém renasce em uma família por acaso. Essa linha de raciocínio serve para o ambiente de uma forma geral, o qual permite o contato com os amigos e companheiros de profissão, bem como com colegas em tarefas religiosas, educacionais e sociais de uma forma geral. Somos parceiros evolutivos. Temos compromissos, inclusive, com companheiros que contribuem com as nossas tarefas do mundo espiritual, pois ninguém realiza alguma coisa de realmente útil totalmente isolado.  Ademais, temos compromissos desde reencarnações anteriores em relação a companheiros que necessitam de nosso apoio e que muitas vezes foram prejudicados por nós.

                Perante a sociedade: A implantação do reino dos céus na terra passa pela nossa contribuição. Devemos tentar construir um mundo melhor e para isso não podemos fugir às responsabilidades como ser social que somos, como cidadão que deve elevar o nível ético-moral em todas as tarefas da Terra.

                Perante a Verdade, o Evangelho e o Espiritismo: Emmanuel afirma que “a maior caridade que podemos fazer pelo Espiritismo é a sua divulgação”. De fato, a divulgação com qualidade da mensagem libertadora do Cristianismo redivivo, que é o Espiritismo, é fundamental para que o mundo melhore e que cada um de nós melhore concomitantemente. Se essa divulgação é feita com sinceridade e com esforço em relação à qualidade de seu conteúdo, certamente melhorará o divulgador e todos aqueles que direta e indiretamente tiverem um contato significativo com a respectiva mensagem. Além disso, viabilizará um contato mais efetivo com os nossos protetores espirituais que se interessam pelo desenvolvimento das tarefas regeneradoras da humanidade.
          
          Obviamente, as quatro propostas se interpenetram e acabam tendo um aspecto cooperativo/sinérgico, ou seja, o cumprimento de uma delas favorece o cumprimento das outras. Além disso, constituem uma abordagem principalmente de valor didático em relação à nossa compreensão dos objetivos da reencarnação em relação às tarefas gerais de todos nós. Seria uma resposta inicial para as famosas perguntas: “O que estamos fazendo aqui?”; “Qual o objetivo da minha vida na Terra?”. Desta forma, cada um de nós tem tarefas mais específicas que tipificam a reencarnação de cada indivíduo. Essas tarefas mais específicas podem ser identificadas pela reflexão/meditação em torno do auto-conhecimento, das potencialidades que cada um apresenta, do contexto de vida de cada um e da cobrança moral que a nossa consciência desenvolve em relação ao nosso comportamento e aos nossos objetivos e ideais existenciais.

Leonardo Marmo Moreira 

07/11 - Frase do dia

Os que aprenderam os bens da vida e quantos os ensinam com amor, multiplicam na Terra e nos Céus os dons infinitos de Deus.

Da obra A Caminho da Luz
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

terça-feira, 6 de novembro de 2012

06/11 - Frase do dia

A frase construtiva e generosa é princípio de solução nos mais complicados processos de sofrimentos. A frase de esperança é um jorro de luz.

Da obra Companheiro
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Biografia – Dr. Bezerra de Menezes


O Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti nasceu no dia 29 de Agosto de 1831, em Riacho do Sangue, no Ceará, descendente de antiga família das primeiras que vieram do Sul povoar aquele Estado, foi educado segundo padrões rígidos e princípios da religião católica.

Em 1838, entrou para a escola pública da Vila do Frade. Em 1842 sua família muda-se para o Rio Grande do Norte, em conseqüência de perseguição política. Diplomou-se, em 1856, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. No dia 6 de novembro de 1858, casou-se com Dª Maria Cândida de Lacerda, que faleceu em 24 de março de 1863, deixando-lhe dois filhos (em de 3 anos e um de 1 ano).

Em 1861 inicia sua carreira política, foi eleito vereador da cidade do Rio de Janeiro, tendo que demitir-se do corpo de saúde do exército. Exerceu cargos políticos, sem jamais ter contra ele, qualquer ato que desabonasse sua vida pública.

Conheceu o espiritismo em 1875, através de um Exemplar de O Livro dos Espíritos e, em 16 de Agosto de 1886, diante de um público extraordinário, proclamou a sua adesão ao Espiritismo.

A partir daí, toda sua existência foi totalmente dedicada à causa de Cristo, sendo considerado o médico dos pobres e o apóstolo da caridade devido à sua dedicação a causa de Cristo, pelo amor que dedicava ao próximo.

Foi presidente da FEB, Federação Espírita Brasileira, onde conseguiu aglutinar o movimento espírita. Em 1889, como presidente da FEB, iniciou o estudo metódico de "O Livro dos Espíritos". Traduziu o livro "Obras póstumas". Durante um período conturbado do movimento espírita manteve-se afastado do meio tendo hábito somente a freqüência ao Grupo Ismael. Defendeu o direitos e a liberdade dos espíritas contra certos artigos do Código Penal.

Em 11 de abril de 1900, às onze horas e meia, desencarnava, no Rio de Janeiro, o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, o inolvidável Apóstolo do Espiritismo no Brasil.

05/11 - Frase do dia

A amizade é um tesouro do Espírito. Como um sol, irradia-se e felicita quantos a recebem. Sê tu o amigo gentil, mesmo que, por enquanto, experimentes incompreensão e dificuldades.

Da obra Vida Feliz
Pelo espírito Joanna de Ângelis. Divaldo P. Franco

domingo, 4 de novembro de 2012

04/11 - Frase do dia

Não é o companheiro dócil que exige a sua compreensão fraternal mais imediata. É aquele que ainda luta por domar a ferocidade da ira, dentro do próprio peito.

Da obra Agenda Cristã
Pelo espírito André Luiz. Francisco C. Xavier

sábado, 3 de novembro de 2012

03/11 - Frase do dia

Cada individualidade, na prova, como na redenção, como na glória divina, tem uma função definida de trabalho e elevação dos seus próprios valores.

Da obra A caminho da Luz
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

02/11 - Frase do dia

Não olvidemos que Jesus passou entre nós, trabalhando. Examinemos a natureza de sua cooperação sacrificial e aprendamos com o Mestre a felicidade de servir santamente. Podes começar hoje mesmo.

Da obra Pão Nosso
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

01/11 - Frase do dia

Auxiliemos em silêncio, entendendo a situação de cada um, temperando a bondade com a energia, e a fraternidade com a justiça.

Da obra Vinha de Luz
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier