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A Juventude Espírita Maria de Nazaré - Todo sábado de 17h às 18h30m.

sábado, 30 de junho de 2012

30/06 - Frase do dia

Cresce para a Vida Superior e revela-te em silêncio, na altura de teus propósitos, convertendo-te em auxiliar precioso da divina iluminação do espírito, na convicção de que a sementeira do exemplo é a mais duradoura plantação no solo da alma.

Da obra Palavras de Vida Eterna
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

sexta-feira, 29 de junho de 2012

29/06 - Frase do dia


Tempo virá, no futuro a que a cada instante nos arremete a Evolução, em que só um prato existirá: o do bem, já então integralizado.

Da obra Almas em Chamas
Pelo espírito Josué. Eurípedes Kühl

quinta-feira, 28 de junho de 2012

28/06 - Frase do dia

Ninguém se prenda ao domínio das queixas injustas, encarando os discípulos sinceros e devotados por detentores de privilégios divinos.

Da obra Pão Nosso
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

quarta-feira, 27 de junho de 2012

As Especulações Reencarnatórias no Movimento Espírita: Analisando a possibilidade Chico Xavier/Allan Kardec


                Allan Kardec estabeleceu o método da avaliação rigorosa do conteúdo da mensagem, através de análise de sua coerência com relação ao Evangelho, à estrutura doutrinária e à ciência. Essa profunda avaliação da mensagem, apesar de normalmente ser relacionada mais diretamente às obras psicográficas, também é totalmente aplicável às obras de autores encarnados. De qualquer forma, essa análise crítica inicial é sucedida por uma criteriosa avaliação do caráter moral do médium ou do autor encarnado bem como da equipe de trabalhadores que sustenta o trabalho do psicógrafo ou do escritor em questão. Poderíamos incluir neste tópico uma análise da preparação doutrinária do médium/escritor, pois, obviamente, um Espírita mais preparado doutrinariamente tende a ser mais autocrítico e educado mediunicamente. Por fim, em se tratando de trabalho mediúnico, analisa-se o nome do pressuposto autor espiritual da mensagem psicográfica. Se o nome em questão corresponder à figura conhecida, faz-se necessário comparar a obra do autor, enquanto Espírito desencarnado, com sua obra produzida como escritor encarnado. Semelhantemente, se um mesmo nome aparece através de obras produzidas por diferentes médiuns, faz-se necessário uma comparação de conteúdo e de forma, dos textos psicografados pelos diferentes instrumentos, a fim de confirmarmos se realmente se trata do mesmo Espírito.

           Obviamente, a influência anímica de diferentes instrumentos mediúnicos bem como o período passado no mundo espiritual pode influenciar o estilo do texto, mas essa influência não deve ser algo que descaracterize as peculiaridades do autor espiritual, pois, se assim ocorrer, mais interessante seria que esse Espírito utilizasse outro nome, ou seja, um pseudônimo diferente para os diferentes médiuns, sob pena de denegrir a imagem da mediunidade e do próprio Espiritismo em função da clara distinção entre os artigos produzidos.

            A aprovação em relação a essa avaliação prévia, no entanto, não torna a mensagem necessariamente uma verdade doutrinária, mas, sim, uma mensagem que, a priori, tem conteúdo para ser considerada em estudos subsequentes mais profundos e amplos do ponto de vista doutrinário.  A partir dessa seleção prévia, uma série de estudos muito consistentes tem que ser desenvolvida para que o conteúdo da mensagem em questão possa, ao longo de um intervalo de tempo mais ou menos longo, ser considerado parte integrante da Doutrina Espírita.
                
              Em primeiro lugar, para que a análise do conteúdo da mensagem seja do mais alto rigor doutrinário, é necessário que quem a faça possua profunda base doutrinária, incluindo aí conhecimentos evangélicos e científicos para que não seja enganado pelas mensagens oriundas de Espíritos pseudo-sábios. Em segundo lugar, a análise do caráter moral do médium e a sua preparação doutrinária bem como a moral e o nível doutrinário de todo o seu grupo espírita também fornece importante respaldo à análise do conteúdo da mensagem. Este fato é importante, pois grupos constituídos por indivíduos afins podem corroborar-se mutuamente, sendo que a unanimidade dentro de um único grupo ou de pequeno número de grupos espíritas de maneira nenhuma é indicação de elevado conteúdo doutrinário. Neste caso, a submissão de um determinado artigo ou livro a grupos espíritas conscientes de diferentes núcleos e localidades, funcionaria como uma segunda etapa para testar eventuais equívocos. Essa submissão voluntária às críticas doutrinárias é fundamental para que nós espíritas não façamos “obra pessoal”, mas contribuições à Doutrina Espírita e ao Movimento Espírita, que devem ser, obviamente, o objetivo dos trabalhadores espiritistas. É evidente que a opinião dos demais grupos pode estar equivocada e, por essa razão, é fundamental avaliar de onde provêm as críticas e, principalmente, a consistência ou inconsistência dos argumentos inseridos nestas análises. Mais uma vez, voltamos à questão do preparo de quem analisa e também da bagagem doutrinária de quem avalia essa análise. De qualquer maneira, muitas vezes o que impede a aceitação de uma determinada crítica não é exatamente a ausência de preparação doutrinária, mas a vaidade do autor da obra, o que acaba ressaltando, mais uma vez, a análise do caráter moral do referido autor.
                
                Em se tratando de realidades espirituais, tais como dia-a-dia no mundo espiritual, avanços científicos obtidos por pesquisadores desencarnados, mecanismos de ação mediúnica, níveis de manifestação perispiritual e reencarnações passadas de personalidades famosas, entre outras, esse rigor analítico torna-se ainda maior, pois é extremamente difícil para os pesquisadores encarnados chegarem a conclusões definitivas sobre todas essas complexas questões espirituais. Desta forma, além de todas as etapas supracitadas de estudo pormenorizado, o extraordinário Codificador do Espiritismo estabeleceu como critério o “Caráter Universal do Ensino dos Espíritos”, sendo que tal critério somente seria discutido nas mensagens que fossem previamente aprovadas na seleção inicial individual do conteúdo da mensagem.

                Portanto, a análise primordial individual do conteúdo seria uma primeira análise qualitativa, que, em se tratando de aprovação, candidataria a referida obra à classificação de “conteúdo doutrinário”, se validada pela segunda análise, ou seja, o respaldo “Universal do Ensino dos Espíritos”.

           Dentro deste contexto, um assunto extremamente difícil é a determinação de reencarnações passadas. De fato, a conclusão definitiva de que duas personalidades correspondem a um mesmo Espírito é algo de difícil comprovação para pesquisadores encarnados. Os trabalhos de Ian Stevenson, de Banerjee e de Hernani Guimarães Andrade são exemplos de tarefas extraordinariamente bem desenvolvidas nesse sentido, pois a partir de evidências que sugeriam reencarnações, foram feitos estudos detalhados sobre tais hipóteses. Nestes casos, analisou-se o efeito (lembranças, marcas de nascença, conhecimento de idiomas estrangeiros, personalidades muito peculiares etc.), procurando-se, a partir daí, remontar às possíveis causas, que poderiam ou não estar associadas diretamente a reencarnações passadas.

   No entanto, em se tratando de figuras proemientes da história da humanidade, a curiosidade reencarnatória torna-se extremamente aguçada. Ao contrário do caminho natural de deixarmos o fenômeno ocorrer espontaneamente para avaliarmos suas eventuais causas materiais e espirituais, costumamos fazer justamente o contrário, ou seja, começamos a especular, por conta própria, sobre as possibilidades de encarnação anterior de pessoas importantes da história e/ou do Espiritismo. Assim, não respeitamos a sábia informação de Chico Xavier de que “o telefone toca de lá para cá” em matéria de assuntos espirituais e começamos consciente e inconscientemente a “telefonar” para o lado de lá ou mesmo a “telefonar” para o nosso próprio inconsciente, esperando que nossas curiosidades sejam atendidas.

     Evidentemente, toda curiosidade, em matéria que tenha alguma utilidade mínima, tem grande valia em nossa busca constante pelo conhecimento intelectual. Todavia, os “freios morais e racionais” devem estar muito atentos e atuantes, pois sem esse tipo de escrúpulo, podemos cometer graves erros. O professor Herculano Pires comenta a célebre frase “evoque uma pedra e ela responderá”, pois qualquer Espírito pode manifestar e utilizar de qualquer nome famoso e respeitável, trazendo uma pressuposta revelação, independentemente da veracidade dessa informação e da condição moral deste Espírito.
         
               Dentro deste contexto preliminar, a famigerada hipótese Chico Xavier/Allan Kardec suscita várias reflexões. Em primeiro lugar, é uma polêmica complexa como todas as polêmicas ditas reencarnatórias, justamente pela dificuldade de se obter uma certeza na conclusão. Considerando essa dificuldade inicial e sem querer limitar a uso da curiosidade científica, nós, espíritas, deveríamos ter algum critério ao fomentar hipóteses deste tipo no meio doutrinário, a fim de saber se elas são verdadeiramente úteis ao desenvolvimento doutrinário bem como ao movimento espírita. Discutir o “sexo dos anjos” sem termos a possibilidade de obter uma resposta cabal para satisfazer a gregos e troianos pode ser um subterfúgio para não focalizarmos os assuntos verdadeiramente relevantes e passíveis de conclusões doutrinárias definitivas, que são muito mais prioritários para nós a curto e médio prazos. Obviamente, o estudo, a discussão e até mesmo a polêmica são perfeitamente válidos em nossa busca pela Verdade à luz da Fé Raciocinada, mas nem todas as proposições são igualmente contribuintes para os nossos crescimentos moral e intelectual. Como diria o Apóstolo Paulo: “Tudo me é lícito, nem tudo me convém”.
           
              O notável orador e médium espírita José Raul Teixeira afirma que nós espíritas adoramos questões extremamente complexas e distantes da nossa realidade imediata, justamente porque tais discussões não nos comprometem, ou seja, não nos sensibilizam para uma mudança de comportamento para melhor, a fim de que nossa reforma íntima seja implementada com maior urgência e esforço no campo do bem.
         
             Em todo caso, admitindo o valor de toda curiosidade sadia e de todo estudo que possa trazer algum avanço intelectual mínimo, é lícito avaliar as possibilidades a respeito de estudos reencarnatórios, pois, obviamente, a reencarnação é tópico altamente relevante em matéria de Espiritismo. Assim sendo, sem ousar dar uma conclusão cabal a essa hipótese, podemos, em um estudo preliminar, refletir criticamente se tal proposição é minimamente plausível. Portanto, avaliemos alguns tópicos.
       
           Chico Xavier era profundamente religioso mantendo traços que denotavam profunda marca espiritual do catolicismo. Referia-se a Jesus com muita frequencia como "Nosso Senhor Jesus Cristo", mantinha uma imagem de Nossa Senhora em seu quarto e pediu para tocarem a música "Nossa Senhora" de Roberto Carlos no seu velório. Tais características pessoais parecem bem distintas da atitude sóbria de Allan Kardec em relação a assuntos religiosos.
  
              Ainda sobre a atitude religiosa de ambos, vale lembrar que Allan Kardec teria sido Jan Huss, reitor da Universidade de Praga e precursor da Reforma Protestante, morrendo queimado por ser um erudito crítico das pregações e políticas da Igreja Católica. Apesar de admitir os diferentes contextos e meios de cada encarnação, não seriam mudanças de personalidades muito drásticas para um mesmo Espírito? Se forem mudanças realmente muito drásticas, qual seria a proposta correta? Ou as duas estariam erradas?!

            Emmanuel, mentor espiritual de Chico Xavier, apresenta apenas uma única mensagem na codificação (O Evangelho Segundo o Espiritismo). Não seria muito pouco para o guia espiritual de Allan Kardec, assumindo-se que se trata do mesmo Espírito (Chico Xavier/Allan Kardec)?

                Chico Xavier, muito provavelmente, é o maior médium da história, tanto se analisarmos sua polivalência mediúnica como se analisarmos a obra oriunda dessa potencialidade. Quando nos referimos à sua obra, não estamos restringindo a análise aos seus mais de 420 livros publicados, mas igualmente ao mérito do exemplo moral e da divulgação doutrinária que ele desenvolveu. Vale lembrar Emmanuel no livro “Roteiro”, quando afirma peremptoriamente: “Não há bom médium sem homem bom”. Ora, segundo Bezerra de Menezes, conforme a excepcional obra de Dona Yvonne Pereira “Recordações da Mediunidade”, os médiuns mais ostensivos e preparados para as tarefas mais relevantes no campo da espiritualidade normalmente são aqueles que manifestam desde a primeira infância tal aptidão, pois já foram preparados para tal tarefa. Tal observação sugere que Chico Xavier já teria “treinado” sua mediunidade, sobretudo sua psicografia, em etapas anteriores. De fato, um médium notável como Chico Xavier não poderia ser improvisado pela espiritualidade. Como Allan Kardec não era propriamente um médium ostensivo, será que ele desenvolveu toda a sua preparação para atuar como médium ostensivo na erraticidade, sem um teste efetivo na esfera carnal onde atuaria em tarefa importantíssima por quase um século?! Muitos argumentarão que o Codificador teria capacidade para uma mudança de tarefa de tal magnitude, mas, de qualquer forma, é algo surpreendente a alteração drástica nos estilos de trabalho desenvolvidos nas duas reencarnações. Em “Obras Póstumas”, os mentores espirituais esclarecem Allan Kardec, na mensagem intitulada “Meu Sucessor”, que o sucessor do Codificador, que para o Professor Herculano Pires se trata de Léon Denis, tem aptidões diferentes das dele, Allan Kardec, porque as duas missões seriam bem distintas quanto às exigências de habilidades espirituais.

 Alguns confrades espíritas, tais como Arnaldo Rocha, afirmam que Chico Xavier teria confidenciado ter sido Ruth Celine Japhet em sua última encarnação. Sem entrarmos em uma análise mais profunda sobre essa proposta, poderíamos dizer que, a priori, tal possibilidade seria, sob o aspecto do tipo de tarefa, mais plausível, pois Ruth Celine Japhet foi grande médium psicógrafa, tendo sido responsável pela revisão final do texto da primeira edição de “O Livro dos Espíritos” de Allan Kardec, cuja estrutura inicial havia sido obtido através das famosas filhas do Senhor Baudin, Julie e Caroline Baudin. Ora, somente um instrumento que fosse de elevadíssima confiança mediúnica poderia desenvolver a tarefa de grande responsabilidade de definir o texto final da primeira edição de “O Livro dos Espíritos”, publicado em 18 de abril de 1857. Chico Xavier, evidentemente, poderia perfeitamente ter sido este instrumento mediúnico em uma encarnação anterior. De qualquer maneira, discussões mais profundas a respeito dessa possibilidade ficam limitadas em função de nossa pouca informação bibliográfica sobre Ruth Celine Japhet.

 A discussão acima nos induz, indiretamente, a uma segunda análise focada sobre o sexo do corpo utilizado por Chico em encarnações anteriores. Chico teria dito que a atual encarnação seria sua primeira encarnação na morfologia masculina em várias experiências. Obviamente, Chico poderia ter usado tal artifício para despistar os “pesquisadores” de plantão, porém, neste complexo quebra-cabeça, não deixa de ser algo digo de menção. Em “Ação e Reação”, Assistente Silas comenta que a chamada “inversão sexual” ocorre pode motivos de expiação ou de grande missão, o que poderia claramente ser o caso de Chico Xavier.

 Por fim, aparentemente, as personalidades de Chico Xavier e de Allan Kardec seriam significativamente distintas, o que pode ser devido à influência do meio e das especificidades das respectivas tarefas, mas, talvez, as diferentes peculiaridades de cada um sejam demasiadamente representativas para considerá-los um mesmo Espírito.

Admitindo, uma vez mais, que Chico Xavier e Allan Kardec se tratem do mesmo Espírito. Por que subitamente essa informação tornou-se um ponto de honra por parte dos defensores desta tese? Por que somente após a morte de Chico Xavier, quando o próprio não poderia mais desmentir ou confirmar a hipótese, os defensores desta tese passaram a se manifestar publicamente de forma tão ardorosa para defender tal idéia? Por que lutar tão apaixonadamente por essa proposição? A defesa da proposta feita à exaustão, ora pelos Espíritos autores da revelação, ora pelos médiuns dessas comunicações, deixa-nos perplexos! Por que isso é tão importante? Em vários livros de diferentes autores espirituais esse tema volta à baila! Ora, tal hipótese poderia ser aventada em uma ou duas obras e submetidas, como tudo o que vem do mundo espiritual, à análise de todos os Espíritas para que, com o passar do tempo, uma análise criteriosa fosse efetuada, conforme nos ensina Allan Kardec. Além da eventual fascinação, não devemos desprezar a possibilidade de significativa manifestação anímica e, neste caso, de caráter auto-obsessivo. De fato, não sabemos a diferença de opinião do médium e dos Espíritos, em função de defenderem exasperada e semelhantemente a mesma idéia por todos os meios de divulgação disponíveis.

Em uma palestra denominada “Encontro com Dirigentes”, Divaldo Franco diz que certa vez Joanna de Ângelis recomendou que ele não tentasse defender os autores espirituais que se manifestassem pelo intermédio dele, Divaldo (incluindo ela, Joanna de Ângelis).

Realmente, tamanho envolvimento emocional, chegando a níveis passionais, pode influenciar a “filtração mediúnica” do psicógrafo, facilitando a manifestação anímica. Qual proposta é originada da mente do médium e qual idéia surgiu da mente do Espírito? É interessante notar que, apesar de viverem e trabalharem em bela sintonia com seus protetores espirituais, Chico, Yvonne e Divaldo permitem que identifiquemos minimamente a diferença entre suas personalidades e a dos Espíritos que se manifestam ou manifestaram pelas suas respectivas mediunidades.

No presente estudo, vale citar obras recentemente publicadas atribuídas ao próprio Chico Xavier/Espírito, em que o autor espiritual sugere ser Allan Kardec. Ora, Chico Xavier sempre manteve profunda discrição quanto à verdadeira identidade de André Luiz, tanto que até hoje tem sido debatido sobre quem realmente seria esse Espírito. Por que motivo fomentaria uma discussão, após desencarnado, baseada na idéia dele próprio Chico Xavier ser Allan Kardec? Se fosse para registrar isso, não seria mais conveniente comunicar tal informação enquanto encarnado, pois, concordando ou não, saberíamos com certeza ser ele o portador do comunicado?

Na obra "O Gênio Céltico e o Mundo Invisível" de Léon Denis (1926), último livro publicado pelo Apóstolo do Espiritismo, 13 mensagens atribuídas a Allan Kardec são publicadas na porção final do livro. Não seria interessante interrogar Chico Xavier/Espírito sobre o mecanismo pelo qual tais mensagens foram obtidas, uma vez admitindo-se a premissa que Chico e Kardec são o mesmo Espírito?! O motivo da questão é que Chico Xavier nasceu em 1910 e na época do recebimento dessas mensagens seria um adolescente. Ele teria desdobrado e tomado a personalidade de Kardec? Isto teria sido um fenômeno consciente ou inconsciente? Desde essa época ele já sabia ser Kardec? Ou ele teria deixado, antes de reencarnar, as mensagens para que outro Espírito as “trouxesse” à Crosta terrestre no momento adequado. Obviamente, isso não seria impossível, mas seria algo no mínimo inusitado. Considerando tal possibilidade, seria uma questão bastante interessante para submetermos a Chico Xavier/Espírito (admitindo que ele estivesse se comunicando mediunicamente) visando ao nosso aprofundamento doutrinário em matéria de mediunidade e de ação espiritual. Nesta mesma linha de raciocínio, devemos considerar a mensagem de Allan Kardec psicografada na reunião do Conselho Federativo Nacional, por ocasião da mudança da sede da FEB para Brasília. O médium foi Júlio César Grandi Ribeiro.
      
       Na obra intitulada “Chico Xavier Responde”, por exemplo, Chico Xavier/Espírito admite a possibilidade de abortarem-se embriões que fossem portadores de problemas graves como a chamada “anencefalia”. Tal atitude é terminantemente uma postura contrária à Doutrina Espírita. Somente a título de ilustração, vale lembrar que no livro "Ação e Reação", psicografado por Chico Xavier, o Assistente Silas é radicalmente contra o aborto, classificando tal ato simplesmente como "Crime". Chico Xavier estaria entrando em contradição com sua obra mediúnica?! Tal comentário poderia ser oriundo de uma figura tão amorosa como Chico que sempre combateu o aborto?! Analisando outras questões da obra, é evidente que as respostas atribuídas a Chico Xavier realmente não correspondem aos níveis de acuidade e profundidade intelectuais de Chico Xavier e de Allan Kardec. Vale frisar, de nenhum dos dois, independentemente da "possibilidade” de tais personalidades serem o mesmo Espírito. Se forem o mesmo Espírito, provavelmente não se trata do Espírito que responde às perguntas desta obra. A capacidade de trabalho e a intensidade hercúlea de aproveitamento das horas em tarefas úteis constituem algumas das mais impressionantes peculiaridades de Chico Xavier. No entanto, é perfeitamente admissível que ele pudesse visitar com objetivos meramente afetivos um amigo médium, mantendo com ele um diálogo simples, pois este tipo de atitude está inserido dentro do contexto da caridade, que sempre foi praticada exaustivamente por Chico Xavier. Por outro lado, é difícil conceber Chico Xavier mantendo um diálogo de certa forma superficial e extenso com o objetivo de enfeixar o respectivo conteúdo em um livro.
  
              Vale lembrar que Chico, Divaldo e Raul queimaram malas de mensagens psicográficas assim como a própria Dona Yvonne Pereira não publicou tudo o que psicografou. Admitindo que o contato mediúnico seja legítimo e que o Espírito em questão seja realmente Chico Xavier, esse texto deveria ser publicado? Finalmente, o texto de “Chico Xavier Responde” sugere que todos ou pelo menos a grande maioria dos fenômenos ditos mediúnicos tem predominância anímica, minando a credibilidade das obras mediúnicas do Espiritismo. O próprio Divaldo Franco afirma que médiuns bem desenvolvidos em tarefa de elaboração de conteúdo didático para o movimento, apresentam uma participação diminuta em sua contribuição anímica em relação ao fenômeno psicográfico. A predominância do animismo pode ser comum para a maioria dos médiuns em geral, mas não para médiuns que tenham tarefas de ampliação de nossas fontes verdadeiramente doutrinárias como é o caso de Chico Xavier, Divaldo Franco, Yvonne Pereira, entre outros.

 “É preferível negar 10 verdades a aceitar uma única mentira”, nos ensina Erasto em “O Livro dos Médiuns”, pois a Verdade mais cedo ou mais tarde se estabelece definitivamente e uma mentira pode gerar correlações e conclusões equivocadas sobre outros assuntos relevantes. Reflitamos e busquemos sincera e humildemente a Verdade.

Leonardo Marmo Moreira

27/06 - Frase do dia


A vida fala mais alto que todos os problemas, e o tempo, que trabalha para ela, encarrega-se de resolve-los, a todos.

Da obra Almas em Chamas
Pelo espírito Josué. Eurípedes Kühl

terça-feira, 26 de junho de 2012

26/06 - Frase do dia

Renovemo-nos para o melhor. Eleva o padrão vibratório das emoções e dos pensamentos.

Da obra Palavras de Vida Eterna
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

segunda-feira, 25 de junho de 2012

25/06 - Frase do dia


O parentesco corporal, difere do espiritual, já que um nem sempre volta a se repetir, mas o outro –aquele que é consagrado pelo coração, sob influxo do amor-, esse se perpetua.

Da obra Almas em Chamas
Pelo espírito Josué. Eurípedes Kühl

domingo, 24 de junho de 2012

Cura e autocura AME/MG (Andrei Moreira)


24/06 - Frase do dia

Não basta rogar a intervenção do céu, em favor dos outros, com frases bem feitas, a fim de que venhamos a cumprir o nosso dever cristão. Antes de tudo, é necessário fazer a nossa parte, quanto nos seja possível, para que o bem se realize, de modo a entrarmos em sintonia com os poderes do bem eterno.

Da obra Palavras de Vida Eterna
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

sábado, 23 de junho de 2012

23/06 - Frase do dia

A certeza de reencontrar seus amigos depois da morte, de reatar as relações que tivera na Terra, de não perder um só fruto do seu trabalho, de engrandecer-se incessantemente em inteligência, perfeição, dá-lhe paciência para esperar e coragem para suportar as fadigas transitórias da vida terrestre.

De O Céu e o Inferno

sexta-feira, 22 de junho de 2012

22/06 - Frase do dia

Quando o arrependimento tem guarida no coração, forças siderais de auxílio apresentam-se infalivelmente.

Da obra Almas em Chamas
Pelo espírito Josué. Eurípedes Kühl

quinta-feira, 21 de junho de 2012

21/06 - Frase do dia

Se desejas emancipar a alma das grilhetas escuras do 'eu', começa o teu curso de autolibertação, aprendendo a viver 'como possuindo tudo e nada tendo', 'com todos e sem ninguém'.

Da obra Fonte Viva
Pelo espírito André Luis. Francisco C. Xavier

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Os Médicos Nazistas e a Bioética: Uma Análise à luz do Espiritismo


     Após o partido nazista assumir o poder na Alemanha, a restrição aos direitos civis de determinadas minorias, sobretudo os judeus, começou a ganhar contornos dramáticos. Nessa época, aproximadamente 42% dos médicos alemães eram judeus e, como os judeus foram proibidos de exercer determinadas profissões e atividades civis, muitos jovens médicos perceberam uma excelente oportunidade de ascensão profissional, principalmente se esses candidatos às novas vagas se vinculassem ao partido Nazista e à SS.

    Portanto, ao invés de protestarem contra a injustiça da ação governamental, de certa forma a respaldaram, buscando aproveitar as oportunidades que adviriam deste contexto, sem levarem em consideração os médicos prejudicados e, por conseqüência, o impacto negativo na área de saúde bem como na academia do país.

    Dentro deste contexto, seria extremamente interessante ao governo nazista que a nova classe médica vinculada ao Partido Nacional-Socialista desenvolvesse pesquisas científicas que, de uma forma ou de outra, demonstrassem através de trabalhos “científicos” desenvolvidos por profissionais “gabaritados”, a sustentabilidade acadêmica das teses preconceituosas de superioridade racial dos arianos em relação a todos os demais povos. Não satisfeitos em se considerarem “superiores” do ponto de vista racial a todos os demais habitantes do planeta, os líderes nazistas desejavam respaldar suas teses que desprezavam determinados grupos e, desta forma, igualmente fomentaram pesquisas que “comprovassem” estranhas propostas, tais como a inferioridade racial de eslavos, ciganos e, principalmente, judeus, em relação aos demais grupos humanos.
  
        Assim sendo, sem o mínimo escrúpulo, inicia-se uma das páginas mais terríveis da História Universal e principalmente da História da Ciência e da Medicina. Os mais cruéis experimentos foram empreendidos com seres humanos visando à comprovação da inferioridade racial de determinados grupos ou objetivando informações de valor militar, como, por exemplo, o tempo de resistência humana durante o afogamento e durante o congelamento. Obviamente, muitos seres considerados desprezíveis pelos nazistas foram sacrificados nestes testes.
          
        Após o fim da Segunda Grande Guerra Mundial, em maio de 1945, os países vencedores do conflito decidiram promover um amplo julgamento por crimes de guerra para que os maiores líderes nazistas que sobrevivessem ao fim da guerra, uma vez capturados, pudessem ser julgados e, eventualmente, punidos de forma exemplar. Tal julgamento ficou conhecimento na posteridade como “O Julgamento de Nuremberg”, uma vez que ele foi efetuado justamente nesta cidade do sul da Alemanha. De fato, Nuremberg, antes da guerra, tinha recebido paradas militares monumentais que serviram de propaganda do regime vigente bem como de pano de fundo para os discursos exaltados do “fuhrer” do “Terceiro Reich” Adolf Hitler. A escolha desta cidade, portanto, obedecia também a uma estratégia de destruição da imagem triunfante do nazimo.

Uma das grandes motivações para a elaboração e empreendimento de um julgamento inédito na Humanidade foi a descoberta do chamado Holocausto, que vitimara mais de 4 milhões de judeus em campos de concentração. Este genocídio tivera sido preparado friamente, culminando inclusive com uma conferência que determinou a eliminação sistemática dos judeus dos territórios ocupados pela Alemanha. Tal decisão foi denominada pelos nazistas como “a solução final para a questão dos judeus”. Portanto, para que os culpados fossem punidos e para que seus equívocos não viessem a ser repetidos na História, ficou decidido entre as potências vencedoras da guerra, sobretudo Estados Unidos, Reino Unido, União Soviética e França, que os nazistas deveriam ser submetidos a um julgamento por crimes de guerra.

Após o julgamento dos grandes líderes do Nazismo e da Máquina de guerra alemã, como, por exemplo, Herman Göering, Rudolph Hess, Albert Speer, Karl Doenitz, entre outros, a estrutura jurídica montada em Nuremberg teve outra tarefa não menos complexa, ou seja, promover o julgamento de médicos e cientistas nazistas que tivessem maculado a ciência e a medicina com atitudes cruéis sob quaisquer pretextos acadêmicos.

Este segundo julgamento promovido em Nuremberg foi um marco para as áreas biológicas e da saúde, pois, a partir de então, as chamadas “ciências da vida”, teriam rigorosas normas de comportamento, sendo que a transposição destes limites, implicaria em graves conseqüências para o responsável.  Realmente, a partir deste marco a denominada “Bioética” ganha, de fato, corpo no contexto acadêmico das ciências, significando que médicos e profissionais da saúde poderiam ser processados por atitudes antiéticas com muito mais freqüência, tendo um importante precedente histórico-jurídico. Todas as reflexões e estudos relacionados a esse julgamento deram origem ao chamado “Código de Nuremberg”, que está transcrito abaixo:
Código de Nuremberg

Tribunal Internacional de Nuremberg - 1947
Trials of war criminal before the Nuremberg Military Tribunals. Control Council Law 1949;10(2):181-182.

1 - O consentimento voluntário do ser humano é absolutamente essencial. Isso significa que as pessoas que serão submetidas ao experimento devem ser legalmente capazes de dar consentimento; essas pessoas devem exercer o livre direito de escolha sem qualquer intervenção de elementos de força, fraude, mentira, coação, astúcia ou outra forma de restrição posterior; devem ter conhecimento suficiente do assunto em estudo para tomarem uma decisão. Esse último aspecto exige que sejam explicados às pessoas a natureza, a duração e o propósito do experimento; os métodos segundo os quais será conduzido; as inconveniências e os riscos esperados; os efeitos sobre a saúde ou sobre a pessoa do participante, que eventualmente possam ocorrer, devido à sua participação no experimento. O dever e a responsabilidade de garantir a qualidade do consentimento repousam sobre o pesquisador que inicia ou dirige um experimento ou se compromete nele. São deveres e responsabilidades pessoais que não podem ser delegados a outrem impunemente.
2 - O experimento deve ser tal que produza resultados vantajosos para a sociedade, que não possam ser buscados por outros métodos de estudo, mas não podem ser feitos de maneira casuística ou desnecessariamente.
3 - O experimento deve ser baseado em resultados de experimentação em animais e no conhecimento da evolução da doença ou outros problemas em estudo; dessa maneira, os resultados já conhecidos justificam a condição do experimento.
4 - O experimento deve ser conduzido de maneira a evitar todo sofrimento e danos desnecessários, quer físicos, quer materiais.
5 - Não deve ser conduzido qualquer experimento quando existirem razões para acreditar que pode ocorrer morte ou invalidez permanente; exceto, talvez, quando o próprio médico pesquisador se submeter ao experimento.
6 - O grau de risco aceitável deve ser limitado pela importância do problema que o pesquisador se propõe a resolver.
7 - Devem ser tomados cuidados especiais para proteger o participante do experimento de qualquer possibilidade de dano, invalidez ou morte, mesmo que remota.
8 - O experimento deve ser conduzido apenas por pessoas cientificamente qualificadas.
9 - O participante do experimento deve ter a liberdade de se retirar no decorrer do experimento.
10 - O pesquisador deve estar preparado para suspender os procedimentos experimentais em qualquer estágio, se ele tiver motivos razoáveis para acreditar que a continuação do experimento provavelmente causará dano, invalidez ou morte para os participantes.

Tamanha catástrofe mundial se tornou um triste, porém eloqüente, exemplo da necessidade dos valores ético-morais guiarem a ciência. Por outro lado, as Cruzadas e principalmente a Inquisição católica são exemplos categóricos das conseqüências do dogmatismo e do fanatismo religioso, quando a religião ortodoxa torna-se a única referência comportamental. De fato, mesmo alegando defender valores ético-morais, a religião, quando desprezou o bom-senso e a ciência, chegou a matar (e continua matando) um número enorme de pessoas, as quais, muitas vezes, eram portadores de mensagens legítimas.

Einstein teria dito que “a ciência sem a religião é coxa e a religião sem a ciência é cega”. Isto equivale a dizer que a essência dos valores morais mais elevados da religião é fundamental para nortear os caminhos e os limites de procedimento para a ciência. Por outro lado, a ciência enrijecendo seus paradigmas fundamentais, acaba dogmatizando-se, tornando-se restrita, e não atingindo uma vasta área de realidades humanas básicas para a construção do esclarecimento, da paz e da felicidade.

Entretanto, nem todos os cientistas do início do século XX tinham essa percepção e muitos não tiveram escrúpulo algum em relação ao desenvolvimento de suas pesquisas. Tal mentalidade, ratificada por determinadas situações de extremo poder, sem nenhuma espécie de “freio” moral, tem propiciado exemplos históricos terríveis, os quais ilustram enfaticamente a célebre colocação de Jesus: “É necessário que haja escândalos, mas ai de quem os escândalos venham”. De fato, os experimentos ditos “científicos” dos médicos nazistas, antes e durante a Segunda Guerra Mundial, foram um dos mais tristes episódios da história da medicina. Todavia, Deus, que é todo poder e bondade, aproveita da nossa inadvertência para gerar elementos efetivos para a própria educação da humanidade. Desta forma, um significativo “boom” bioético tem ensejo a partir dessa época de sofrimento e um grande avanço no senso moral e na responsabilidade social por parte dos cientistas foi despertado dolorosamente após a guerra, com a revelação das calamidades provocadas por aqueles que deveriam defender a vida. Realmente, os padrões atuais da chamada “Bioética”, os quais são cada vez mais são debatidos e aprofundados, tem na tragédia do Nazismo um marco decisivo para o seu efetivo advento, estabelecendo limites morais rígidos para quaisquer tipos de experimentação científica “in vivo”.

Atualmente, as questões bioéticas ganham cada vez mais destaque nos meios universitários, religiosos, científicos, jornalísticos e políticos, pois tanto do ponto de vista do avanço das ciências médicas, envolvendo complexas questões como clonagem, biotecnologia, eutanásia e aborto, como em se tratando das questões ambientais que afetam todas as formas de vida material do planeta, torna-se necessário debater com seriedade os limites morais válidos em cada profissão, principalmente nas atividades da área de saúde, que envolvem os profissionais que mais diretamente lidam com a manutenção da vida física de toda a humanidade.

Sob a ótica espírita, as questões associadas à Bioética ganham um caráter ainda mais amplo, pois se deve considerar a dimensão espiritual de todas as manifestações da vida e a profunda necessidade de manter a existência física, com a melhor qualidade de vida possível, para que o ser reencarnado possa vivenciar ao máximo as oportunidades evolutivas que a crosta terrestre proporciona. Esse esforço certamente repercute diretamente na trajetória evolutiva dos indivíduos, melhorando a condição espiritual do planeta como um todo, pois faz com que, cada vez mais, desencarnemos significativamente melhores do que quando reencarnamos.

Leonardo Marmo Moreira

20/06 - Frase do dia


A dor é professora eficientíssima que nos visitará sempre que a revolta lançar-nos no abismo sem fundo do desamor. 

Da obra Almas em Chamas 
Pelo espírito Josué. Eurípedes Kühl

terça-feira, 19 de junho de 2012

19/06 - Frase do dia

A Humanidade não se limita à Terra; habita inúmeros mundos que no Espaço circulam; já habitou os desaparecidos, e habitará os que se formarem. Tendo-a criado de toda a eternidade, Deus jamais cessa de criá-la.

De O Céu e o Inferno

segunda-feira, 18 de junho de 2012

18/06 - Frase do dia

Busque relacionar-se com as pessoas de todos os níveis sociais, erguendo amigos além das fronteiras do lar, da fé religiosa e da profissão.

Da obra Apostilas da Vida
Pelo espírito André Luiz. Francisco C. Xavier

domingo, 17 de junho de 2012

Andrei Moreira fala sobre a Maledicência


17/06 - Frase do dia


Como Deus é a Suprema Bondade e nosso Pai, sempre está nos auxiliando, protegendo, mesmo que ignoremos esse extremado amor.

Da obra Almas em Chamas 
Pelo espírito Josué. Eurípedes Kühl

sábado, 16 de junho de 2012

16/06 - Frase do dia

Quando com corpo, o Espírito fica sediado no plano material, este no qual ora nos encontramos; quando desencarna, mantém a individualidade, integralmente, passando apenas a conviver no plano espiritual.



Da obra Almas em chamas

Pelo espírito Josué. Eurípedes Kühl

sexta-feira, 15 de junho de 2012

15/06 - Frase do dia

Se o passado te arroja sombra ao coração, esquece a sombra e trabalha por mais luz no próprio caminho.

Da obra No portal da luz
Pelo espírito Emmanuel. Francisco C. Xavier

quinta-feira, 14 de junho de 2012

14/06 - Frase do dia


Sempre que você experimente um estado de espírito tendente ao derrotismo, perdurado há várias horas, sem causa orgânica ou moral de destaque, avente a hipótese de uma influenciação espiritual sutil.


Da obra Estude e Viva

Pelos espíritos Emmanuel e André Luiz. Francisco C. Xavier e Waldo Vieira