Em destaque:


Evangelização Infantil - Toda Segunda-feira às 19h30m.

A Juventude Espírita Maria de Nazaré - Todo sábado de 17h às 18h30m.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Centenário de Chico Xavier!

Francisco de Paula Cândido Xavier reencarnou em Pedro Leopoldo, Minas Gerais, em 2 de abril de 1910. Desde os 4 anos de idade Chico Xavier teve a sua vida assinalada por singulares manifestações. Tendo clarividência e clariaudiência intensas, mantinha contato direto com os espíritos amigos, conversava com a mãe desencarnada e ouvia vozes confortadoras. O certo é que os seus primeiros anos o marcaram profundamente; ele nunca os esqueceu. A necessidade de trabalhar desde cedo para auxiliar nas despesas domésticas foi, em sua vida, conforme ele mesmo disse, "uma bênção indefinível". Em 7 de maio de 1927 participou de sua primeira reunião espírita. Até 1931 recebeu muitas poesias e mensagens.


Nesse mesmo ano, vê, pela primeira vez, o Espírito Emmanuel, seu inseparável mentor espiritual. Chico Xavier iniciou, publicamente, seu mandato mediúnico em 08 de julho de 1927, em Pedro Leopoldo. Contando 17 anos de idade, recebeu as primeiras páginas mediúnicas. Em noite memorável, os Espíritos deram início a um dos trabalhos mais belos de toda a história da humanidade. Dezessete folhas de papel foram preenchidas, celeremente, versando sobre os deveres do espírita-cristão.

Emmanuel, nos primórdios da mediunidade de Chico Xavier, deu-lhe duas orientações básicas para o trabalho que deveria desempenhar. Fora de qualquer uma delas, tudo seria malogrado. Eis a primeira. - "Está você realmente disposto a trabalhar na mediunidade com Jesus? - Sim, se os bons espíritos não me abandonarem... - respondeu o médium. - Não será você desamparado - disse-lhe Emmanuel - mas para isso é preciso que você trabalhe, estude e se esforce no bem. - E o senhor acha que eu estou em condições de aceitar o compromisso? - tornou o Chico. - Perfeitamente, desde que você procure respeitar os três pontos básicos para o Serviço... Porque o protetor se calasse o rapaz perguntou: - Qual é o primeiro? A resposta veio firme: - Disciplina. - E o segundo? - Disciplina. - E o terceiro? - Disciplina". A segunda mais importante orientação de Emmanuel para o médium é assim relembrada: - "Lembro-me de que num dos primeiros contatos comigo, ele me preveniu que pretendia trabalhar ao meu lado, por tempo longo, mas que eu deveria, acima de tudo, procurar os ensinamentos de Jesus e as lições de Allan Kardec e, disse mais, que, se um dia, ele, Emmanuel, algo me aconselhasse que não estivesse de acordo com as palavras de Jesus e de Kardec, que eu devia permanecer com Jesus e Kardec, procurando esquecê-lo".

Em 1932 a FEB (Federação Espírita Brasileira) publicou seu primeiro livro, o famoso "Parnaso de Além-Túmulo"; hoje, as obras que psicografou vão a mais de 400. Várias delas estão traduzidas e publicadas em castelhano, esperanto, francês, inglês, japonês, grego, etc. De moral ilibada, realmente humilde e simples, Chico Xavier jamais auferiu vantagens, de qualquer espécie.

Chico Xavier é uma figura de projeção nacional e internacional; suas entrevistas despertaram a atenção de milhares de pessoas, mesmo alheias ao Espiritismo; apareceu em programas de TV, respondendo a perguntas as mais diversas, orientando as respostas pelos postulados espíritas. Recebeu o título de Cidadão Honorário de várias cidades.

Em 1997, Chico Xavier completou 70 anos de incessante atividade mediúnica, da maior significação espiritual, em prol da Humanidade. Psicografou mais de 400 (quatrocentas) obras mediúnicas, de centenas de autores espirituais.

Chico desencarnou em 30 / 06 / 2002. Antes, porém, deitado, perguntou a um amigo se a seleção brasileira de futebol havia ganhado a copa do mundo. Tendo uma resposta afirmativa, Chico disse algo do tipo: "agora que todos estão alegres com a vitória do Brasil, eu posso ir em paz porque, neste momento de festa, ninguém vai ficar triste com a minha desencarnação". Novamente Chico, mesmo fisicamente enfermo, preocupava-se com o bem estar do próximo. Logo após teve uma parada cardíaca e, assim, voltou ao Mundo Espiritual, no qual foi recebido por Jesus.

A Visão Espirita da Páscoa

Marcelo Henrique Pereira (*)
Eis-nos, uma vez mais, às vésperas de mais uma Páscoa. Nosso pensamento e nossa emoção, ambos cristãos, manifestam nossa sensibilidade psíquica. Deixando de lado o apelo comercial da data, e o caráter de festividade familiar, a exemplo do Natal, nossa atenção e consciência espíritas requerem uma explicação plausível do significado da data e de sua representação perante o contexto filosófico-cientí fico-moral da Doutrina Espírita.

Deve-se comemorar a Páscoa? Que tipo de celebração, evento ou homenagem é permitida nas instituições espíritas? Como o Espiritismo visualiza o acontecimento da paixão, crucificação, morte e ressurreição de Jesus?

Em linhas gerais, as instituições espíritas não celebram a Páscoa, nem programam situações específicas para “marcar” a data, como fazem as demais religiões ou filosofias “cristãs”. Todavia, o sentimento de religiosidade que é particular de cada ser-Espírito, é, pela Doutrina Espírita, respeitado, de modo que qualquer manifestação pessoal ou, mesmo, coletiva, acerca da Páscoa não é proibida, nem desaconselhada.

O certo é que a figura de Jesus assume posição privilegiada no contexto espírita, dizendo-se, inclusive, que a moral de Jesus serve de base para a moral do Espiritismo. Assim, como as pessoas, via de regra, são lembradas, em nossa cultura, pelo que fizeram e reverenciadas nas datas principais de sua existência corpórea (nascimento e morte), é absolutamente comum e verdadeiro lembrarmo-nos das pessoas que nos são caras ou importantes nestas datas. Não há, francamente, nenhum mal nisso.

Mas, como o Espiritismo não tem dogmas, sacramentos, rituais ou liturgias, a forma de encarar a Páscoa (ou a Natividade) de Jesus, assume uma conotação bastante peculiar. Antes de mencionarmos a significação espírita da Páscoa, faz-se necessário buscar, no tempo, na História da Humanidade, as referências ao acontecimento.

A Páscoa, primeiramente, não é, de maneira inicial, relacionada ao martírio e sacrifício de Jesus. Veja-se, por exemplo, no Evangelho de Lucas (cap. 22, versículos 15 e 16), a menção, do próprio Cristo, ao evento: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes da minha paixão. Porque vos declaro que não tornarei a comer, até que ela se cumpra no Reino de Deus.” Evidente, aí, a referência de que a Páscoa já era uma “comemoração”, na época de Jesus, uma festa cultural e, portanto, o que fez a Igreja foi “aproveitar-se” do sentido da festa, para adaptá-la, dando-lhe um novo significado, associando-o à “imolação” de Jesus, no pós-julgamento, na execução da sentença de Pilatos.

Historicamente, a Páscoa é a junção de duas festividades muito antigas, comuns entre os povos primitivos, e alimentada pelos judeus, à época de Jesus. Fala-se do “pesah”, uma dança cultural, representando a vida dos povos nômades, numa fase em que a vinculação à terra (com a noção de propriedade) ainda não era flagrante. Também estava associada à “festa dos ázimos”, uma homenagem que os agricultores sedentários faziam às divindades, em razão do início da época da colheita do trigo, agradecendo aos Céus, pela fartura da produção agrícola, da qual saciavam a fome de suas famílias, e propiciavam as trocas nos mercados da época. Ambas eram comemoradas no mês de abril (nisan) e, a partir do evento bíblico denominado “êxodo” (fuga do povo hebreu do Egito), em torno de 1441 a.C., passaram a ser reverenciadas juntas. É esta a Páscoa que o Cristo desejou comemorar junto dos seus mais caros, por ocasião da última ceia.

Logo após a celebração, foram todos para o Getsêmani, onde os discípulos invigilantes adormeceram, tendo sido o palco do beijo da traição e da prisão do Nazareno.

Mas há outros elementos “evangélicos” que marcam a Páscoa. Isto porque as vinculações religiosas apontam para a quinta e a sexta-feira santas, o sábado de aleluia e o domingo de páscoa. Os primeiros relacionam-se ao “martírio”, ao sofrimento de Jesus – tão bem retratado neste último filme hollyodiano (A Paixão de Cristo, segundo Mel Gibson) –, e os últimos, à ressurreição e a ascensão de Jesus.

No que concerne à ressurreição, podemos dizer que a interpretação tradicional aponta para a possibilidade da mantença da estrutura corporal do Cristo, no post-mortem, situação totalmente rechaçada pela ciência, em virtude do apodrecimento e deterioração do envoltório físico. As Igrejas cristãs insistem na hipótese do Cristo ter “subido aos Céus” em corpo e alma, e fará o mesmo em relação a todos os “eleitos” no chamado “juízo final”. Isto é, pessoas que morreram, pelos séculos afora, cujos corpos já foram decompostos e reaproveitados pela terra, ressurgirão, perfeitos, reconstituindo as estruturas orgânicas, do dia do julgamento, onde o Cristo, separá justos e ímpios.

A lógica e o bom-senso espíritas abominam tal teoria, pela impossibilidade física e pela injustiça moral. Afinal, com a lei dos renascimentos, estabelece-se um critério mais justo para aferir a “competência” ou a “qualificação” de todos os Espíritos. Com “tantas oportunidades quanto sejam necessárias”, no “nascer de novo”, é possível a todos progredirem.


Mas, como explicar, então as “aparições” de Jesus, nos quarenta dias póstumos, mencionadas pelos religiosos na alusão à Páscoa?

A fenomenologia espírita (mediúnica) aponta para as manifestações psíquicas descritas como mediunidades. Em algumas ocasiões, como a conversa com Maria de Magdala, que havia ido até o sepulcro para depositar algumas flores e orar, perguntando a Jesus – como se fosse o jardineiro – após ver a lápide removida, “para onde levaram o corpo do Raboni”, podemos estar diante da “materialização” , isto é, a utilização de fluido ectoplásmico – de seres encarnados – para possibilitar que o Espírito seja visto (por todos). Igual circunstância se dá, também, no colóquio de Tomé com os demais discípulos, que já haviam “visto” Jesus, de que ele só acreditaria, se “colocasse as mãos nas chagas do Cristo”. E isto, em verdade, pelos relatos bíblicos, acontece. Noutras situações, estamos diante de uma outra manifestação psíquica conhecida, a mediunidade de vidência, quando, pelo uso de faculdades mediúnicas, alguém pode ver os Espíritos.

A Páscoa, em verdade, pela interpretação das religiões e seitas tradicionais, acha-se envolta num preocupante e negativo contexto de culpa. Afinal, acredita-se que Jesus teria padecido em razão dos “nossos” pecados, numa alusão descabida de que todo o sofrimento de Jesus teria sido realizado para “nos salvar”, dos nossos próprios erros, ou dos erros cometidos por nossos ancestrais, em especial, os “bíblicos” Adão e Eva, no Paraíso. A presença do “cordeiro imolado”, que cumpre as profecias do Antigo Testamento, quanto à perseguição e violência contra o “filho de Deus”, está flagrantemente aposta em todas as igrejas, nos crucifixos e nos quadros que relatam – em cores vivas – as fases da via sacra.


Esta tradição judaico-cristã da “culpa” é a grande diferença entre a Páscoa tradicional e a Páscoa espírita, se é que esta última existe. Em verdade, nós espíritas devemos reconhecer a data da Páscoa como a grande – e última lição – de Jesus, que vence as iniqüidades, que retorna triunfante, que prossegue sua cátedra pedagógica, para asseverar que “permaneceria eternamente conosco”, na direção bussolar de nossos passos, doravante.

Nestes dias de festas materiais e/ou lembranças do sofrimento do Rabi, possamos nós encarar a Páscoa como o momento de transformação, a vera evocação de liberdade, pois, uma vez despojado do envoltório corporal, pôde Jesus retornar ao Plano Espiritual para, de lá, continuar “coordenando” o processo depurativo de nosso orbe. Longe da remissão da celebração de uma festa pastoral ou agrícola, ou da libertação de um povo oprimido, ou da ressurreição de Jesus, possa ela ser encarada por nós, espíritas, como a vitória real da vida sobre a morte, pela certeza da imortalidade e da reencarnação, porque a vida, em essência, só pode ser conceituada como o amor, calcado nos grandes exemplos da própria existência de Jesus, de amor ao próximo e de valorização da própria vida.

Nesta Páscoa, assim, quando estiveres junto aos teus mais caros, lembra-te de reverenciar os belos exemplos de Jesus, que o imortalizam e que nos guiam para, um dia, também estarmos na condição experimentada por ele, qual seja a de “sermos deuses”, “fazendo brilhar a nossa luz”.

Comemore, então, meu amigo, uma “outra” Páscoa. A sua Páscoa, a da sua transformação, rumo a uma vida plena.



(*) Marcelo Henrique Pereira, Mestre em Ciência Jurídica, Presidente da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Santa Catarina e Delegado da Confederação Espírita Pan-Americana para a Grande Florianópolis (SC)

segunda-feira, 29 de março de 2010

Estréia de Chico Xavier O Filme em São João del-Rei

O Filme sobre a vida de Chico Xavier vai estrear em São João no Cine Glória dia 02/04 - sexta-feira - com sessões extras conforme segue abaixo:


02/04 - sexta-feira = 15 h 17h 19h 21h


03/04 - sábado = 15h 17h 19h 21h


04/04 - domingo = 15h 17h 19h 21h Sinopse






Sinopse
Uma adaptação para o cinema que descreve a trajetória do médium, que viveu 92 anos desta vida terrena desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Fechava os olhos e colocava no papel poemas, crônicas e mensagens. Seus mais de 400 livros psicografados, consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam caridade. Para os admiradores mais fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo, um personagem intrigante.




Segundo informações da direção do cinema, o filme deve ficar em cartaz por duas ou três semanas, e dependendo da procura pode ser aberto sessões extras também nos outros dias.

domingo, 28 de março de 2010

COJEM - BARBACENA

Hoje 4 integrantes da Mocidade Espírita Maria de Nazaré participaram do COJEM - Confraternização de Juventudes Espíritas da Mantiqueira, em Barbacena. Foi um domingo muito produtivo, animado e de confraternização, onde tivemos a oportunidades de aprender e interagir com jovens e coordenadores de outras Mocidades e Casas Espíritas. Esses momentos e espaços são importantes para reflexões e fortalecimento laços fraternos entre os integrantes da nossa Mocidade. Esperamos poder participar de outros encontros como esse, com um número maior de participantes de São João del-Rei e quem sabe daqui algum tempo realizarmos uma Confraternização de Jovens Espíritas em nossa cidade!

Mocidade Espirita Maria de Nazaré

A Mocidade Maria de Nazaré, do Centro Espírita Caminho da Paz tem um caráter de grupo de estudo, uma vez que seus integrantes são, em sua maioria, estudantes universitários, de diferentes faixas etárias, que vieram de diversas cidades e regiões do país. Essa característica faz com que o grupo seja diversificado e sempre com pessoas novas.


Outra característica marcante e que vale ser ressaltada, é a forma que se organiza o programa de estudo. É um grupo bastante autônomo devido à liberdade e ao apoio que a diretoria da casa nos concede em relação às decisões de práticas e roteiros de estudos, mantendo sempre a preocupação com a fidelidade aos princípios doutrinários. Alem disso, os laços de amizade que construímos através das reuniões semanais para o estudo e para encontros e atividade fora do centro, nos dá ainda mais motivação para o estudo e fortalece ainda mais esses laços fraternos para alem da casa espírita.

Focados no estudo contínuo, temos investido na realização de atividades diferenciadas, tais como:

• Integração entre os membros do próprio grupo e também com os trabalhadores da casa;

• Integração com outras Mocidades Espíritas da cidade e região;

• Atividades artístico-culturais: Formação de um coral;

• Divulgação da Doutrina Espírita através de informativos, e criação de web espaços de divulgação;

• Organização de Eventos e Seminários;

• Apoio as atividades de Evangelização Infantil;

• Atividades de Assistência Social: Campanha do Quilo;

• Apoio a criação de novos grupos de Estudos Doutrinários.

sexta-feira, 26 de março de 2010

O que o Livro dos Espíritos diz sobre a igualdade entre homens e mulheres

Aproveitando toda a discussão em torno do Dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher, vamos ler o que o espíritos nos dizem sobre a igualdade entre homens e mulheres. Aqui serão postadas apenas algumas das questões, convidamos os amigos a buscarem esse tema no Livro dos Espíritos, entre as questões 817 e 822. Depois postem seus comentários sobre o tema.


817 - O HOMEM E A MULHER SÃO IGUAIS DIANTE DE DEUS E TÊM OS MESMOS DIREITOS?

– Sim, Deus deu a ambos a compreensão do bem e do mal e a capacidade de progredir.

818 - DE ONDE VEM A INFERIORIDADE MORAL DA MULHER EM ALGUNS PAÍSES?

– Do domínio injusto e cruel que o homem impôs sobre ela. É um resultado das instituições sociais e do abuso da força sobre a fraqueza. Para os homens pouco avançados, do ponto de vista moral, a força faz o direito.

820 A FRAQUEZA FÍSICA DA MULHER NÃO A COLOCA NATURALMENTE SOB A DEPENDÊNCIA DO HOMEM?

– Deus deu a uns a força para protejer o fraco, e não para que lhe imponham seu domínio.

☼ Deus apropriou a organização de cada ser às funções que deve realizar. Se deu a mulher menos força física, dotou-a, ao mesmo tempo, de uma maior sensibilidade em relação à delicadeza das funções maternais e a fraqueza dos seres confiados aos seus cuidados.

821 AS FUNÇÕES ÀS QUAIS A MULHER É DESTINADA PELA NATUREZA TÊM IMPORTÂNCIA TÃO GRANDE QUANTO AS DO HOMEM?

– Sim, e até maiores, é ela quem dá ao homem as primeiras noções da vida.

822 AMBOS, SENDO IGUAIS DIANTE DA LEI DE DEUS, DEVEM SER TAMBÉM DIANTE DA LEI DOS HOMENS?

– É o primeiro princípio de justiça: não façais aos outros o que não quereis que vos façam.

822 a ASSIM, UMA LEGISLAÇÃO, PARA SER PERFEITAMENTE JUSTA, DEVE CONSAGRAR A IGUALDADE DOS DIREITOS ENTRE O HOMEM E A MULHER?

– De direitos, sim; de funções, não. É preciso que cada um esteja no seu devido lugar; que o homem se ocupe do exterior e a mulher do interior, cada um de acordo com sua aptidão. A lei humana, para ser justa, deve consagrar a igualdade dos direitos entre o homem e a mulher; todo privilégio concedido a um ou a outro é contrário à justiça. A emancipação da mulher segue o progresso da civilização, sua subjugação marcha com a barbárie. Os sexos, aliás, existem apenas no corpo físico; uma vez que os Espíritos podem encarnar em um ou outro, não há diferença entre eles nesse aspecto e, conseqüentemente, devem desfrutar dos mesmos direitos.

Divulgação Espírita

Com o intuito de auxiliar na Divulgação Espírita, o Centro Espírita Caminho da Paz, junto com a Mocidade Espírita do mesmo, criou um blog, um e-mail e uma comunidade no Orkut. Visite esses espaços virtuais! Entrem em contato, façam comentários, dêem sugestões.


http://centroespiritacaminhodapaz.blogspot.com

e-mail: centroespiritacaminhodapaz@yahoo.com

Orkut: Mocidade Espirita CECAPAZ – SJDR http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=90646161

Mulher Espírita, Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher

Segundo definição contida no documento “Orientação ao Centro Espírita”, de 1980, editado pela FEB, o Centro Espírita é “uma escola de formação espiritual e moral. Sendo escola, presta-se a educar, formar e edificar almas, principalmente de seus trabalhadores e freqüentadores. Um centro espírita é um local onde as pessoas podem estudar espiritismo e partilhar idéias.


O Centro Espírita, através desse estudo da Doutrina, proporciona conhecimentos que ajuda o indivíduo a trabalhar seu mundo emocional e espiritual, através do auto-conhecimento, da reflexão, da reforma íntima. Através desse processo educativo o ser tem a possibilidade de trilhar em busca de sua evolução.

O Centro Espírita deve ser um local onde as pessoas sejam amigas e pratiquem a fraternidade, buscando formar uma família. Deve proporcionar atividades diversificadas como palestras, passes, atendimento fraterno, grupos de estudos, educação da mediunidade, ação de assistência social e educação espírita para crianças e jovens.

Fonte: Jornal Verdade e luz

O Que é um Centro Espírita

Segundo definição contida no documento “Orientação ao Centro Espírita”, de 1980, editado pela FEB, o Centro Espírita é “uma escola de formação espiritual e moral. Sendo escola, presta-se a educar, formar e edificar almas, principalmente de seus trabalhadores e freqüentadores. Um centro espírita é um local onde as pessoas podem estudar espiritismo e partilhar idéias.


O Centro Espírita, através desse estudo da Doutrina, proporciona conhecimentos que ajuda o indivíduo a trabalhar seu mundo emocional e espiritual, através do auto-conhecimento, da reflexão, da reforma íntima. Através desse processo educativo o ser tem a possibilidade de trilhar em busca de sua evolução.

O Centro Espírita deve ser um local onde as pessoas sejam amigas e pratiquem a fraternidade, buscando formar uma família. Deve proporcionar atividades diversificadas como palestras, passes, atendimento fraterno, grupos de estudos, educação da mediunidade, ação de assistência social e educação espírita para crianças e jovens.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Atividades do Centro Espírita Caminho da Paz

2.as – Feiras: 18:00 – Atendimento Fraternal
19:00 - Estudo: Educação da Mediunidade
19:00 - Livraria e biblioteca
19:30 – Palestra e Passes
19:30 – Educação Espírita (Evangelização)


3.as – Feiras: 19:30 – Estudo da Mediunidade ( Evangelho e Gênese)
19:00 – Estudo (curso mediúnico Feesp)

4.as – Feiras: 14:00 – Livraria e Biblioteca
14:30 – Estudo da Mediunidade ( Evangelho, Livro dos Médiuns ,Livro dos Espíritos )
14:30 – Estudo do Livro dos Médiuns/Livro dos Espíritos
19:00 - Evangelho com as Ex-Gestante
19: 00 - Atendimento à Gestante
19:30 - Livro dos Espíritos (para iniciantes)
19:30 – Estudo Mediúnico


5.as – Feiras: 14;00 – Biblioteca e Livraria
14:00 – Atendimento Fraternal
14:00 – Estudo sobre atendimento Fraternal
15:00 – Palestra e Passe
18:30 – Fluidoterapia ( de 15 em 15 dias)


6.as – Feiras: 19:30 – Estudo do Livro “O que é o Espiritismo”.
19:30- Reunião mediúnica
19:30-Estudo (obras básica)


Sábados: 17:00 – Educação Espírita ( Mocidade e Juventude)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Palestra em Barbacena com Divaldo 20/09/2009


Bem.... ai vai duas fotos do evento que participamos. O que de início seria apenas uma excursão para os membros da Mocidade, acabou virando uma "caravana" com direito a microônibus e van, algumas dores de cabeça para a nossa coordenadora Mariana, mas uma grande festa de amor e fraternidade no final das contas. Uma oportunidade única de aprendizado e crescimento, de estender os laços internos do grupo, enfim... um momento mágico!



 

domingo, 3 de janeiro de 2010

03/01 - Frase do Dia

"A pessoa vigilante
Usa verbo temperado;
Nem franqueza com pimenta,
Nem brandura com melado."
Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, pelo Espírito Deraldo Nevile.
Da Obra: Trovadores do Além (antologia). 5ª ed. FEB.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

01/01 - Frase do Dia

"Do que vejo após a morte,
Que mais me causa aflição,
É ouro na caixa forte
E pequeninos sem pão."
Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, pelo Espírito Juvenal Galeno.
Da Obra: Trovadores do Além (antologia). 5ª ed. FEB.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Feliz Natal!!

Desde a ascensão de Herodes, o Grande, que se fizera rei com o apoio dos romanos, não se falava na Palestina senão no Salvador que viria, enfim...

Mais forte que Moisés, mais sábio que Salomão, mais suave que David, chegaria em suntuoso carro de triunfo para estender sobre a Terra as leis do Povo Escolhido.

Por isso, judeus prestigiosos, descendentes das doze tribos, preparavam-lhe oferendas em várias nações do mundo.

Velhas profecias eram lidas e comentadas, na Fenícia e na Síria, na Etiópia e no Egito.

Dos confins do Mar Morto às terras de Abilena, tumultuavam notícias da suspirada reforma...

E mãos hábeis preparavam com devotamento e carinho o advento do Redentor.

Castiçais de ouro e prata eram burilados em Cesaréia, tapetes primorosos eram tecidos em Damasco, vasos finos eram importados de Roma, perfumes raros eram trazidos de remotos rincões da Pérsia... Negociantes habituados à cobiça cediam verdadeiras fortunas ao Templo de Jerusalém, após ouvirem as predições dos sacerdotes, e filhos tostados do deserto vinham de longe trazer ao santuário da raça a contribuição espontânea com que desejavam formar nas homenagens ao Celeste Renovador.

Tudo era febre de expectação e ansiedade.

Palácios eram reconstruídos, pomares e vinhas surgiam cuidadosamente podados, touros e carneiros, cabras e pombos eram tratados com esmero para o regozijo esperado.

Entretanto, o Emissário Divino desce ao mundo na sombra espessa da noite.

Das torres e dos montes, hebreus inteligentes recolhem a grata notícia... Uma estrela rutila no firmamento.

O enviado, porém, elege pequena manjedoura para seu berço de luz.

E porque as vozes do Céu se fazem ouvir, cristalinas e jubilosas, cantam eles também...

- " Glória a Deus nas alturas, paz na Terra, boa vontade para com os homens !... "

Ali, na estrebaria singela, estão Ele e o povo...

E o povo com Ele inicia uma nova era...

É por isso que o Natal é a festa da bondade vitoriosa.

Lembrando o rei Divino que desceu da Glória à Manjedoura, reparte com teu irmão tua alegria e tua esperança, teu pão e tua veste.

Recorda que Ele, em sua divina magnificência, elegeu por primeiros amigos e benfeitores aqueles que do mundo nada possuíam para dar, além da pobreza ignorada e singela.

Não importa sejas, por enquanto, terno e generoso para com o próximo somente um dia.

Pouco a pouco, aprenderás que o espírito do Natal deve reinar conosco em todas as horas de nossa vida.

Então, serás o irmão abnegado e fiel de todos, porque, em cada manhã, ouvirás um voz do Céu a sussurrar-te sutil:

Jesus nasceu ! Jesus Nasceu !...

E o Mestre do Amor terá realmente nascido em teu coração para viver contigo eternamente.


Texto Irmão X  psicografado Francisco Cândido Xavier

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Começando...

Queridos irmãos, este blog tem a função de divulgar o trabalho que o Centro Espírita Caminho da Paz vem realizando na cidade de São João del Rei. Além de proporcionar uma maior proximidade entre os trabalhadores e frenquentadores e as atividades desenvolvidas pelas diversas áreas de atendimento do Centro.